Transparência — parte do conteúdo deste portal é produzida por inteligência artificial (WireDesk) e pode conter imprecisões; confira temas sensíveis em fontes oficiais. Política editorial →
powered by WireDesk ao vivo
Mercados
S&P 5007.652▼ 0,25%Nasdaq26.861▲ 0,24%Dow Jones50.906▼ 0,86%Ibovespa186.340▲ 1,37%FTSE 10010.606▼ 0,29%DAX25.199▼ 0,79%Nikkei68.568▲ 2,72%S&P 5007.652▼ 0,25%Nasdaq26.861▲ 0,24%Dow Jones50.906▼ 0,86%Ibovespa186.340▲ 1,37%FTSE 10010.606▼ 0,29%DAX25.199▼ 0,79%Nikkei68.568▲ 2,72%
Esportes

Argentina x Bolívia: amistoso marca era pós-Messi

Argentina e Bolívia se enfrentam hoje, às 20h30 (de Brasília), em Córdoba. Sem Messi, Scaloni testa jovens e inicia novo ciclo, enquanto bolivianos buscam reação após derrota por 2 a 0.

30/09/2026 22:00 7 min de leitura
Argentina x Bolívia: amistoso marca era pós-Messi
Transparência Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e pode conter imprecisões. Confira temas sensíveis em fontes oficiais. Política editorial →

Futebol

Sem Messi, Argentina inicia novo ciclo testando jovens talentos contra a Bolívia em amistoso em Córdoba.

Argentina e Bolívia se enfrentam na noite desta quarta-feira, às 20h30 (horário de Brasília), no estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba, em amistoso que marca o início do ciclo pós-Messi na seleção argentina. O jogo tem transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal Sportv.

O duelo coloca em campo uma Argentina renovada, sem seu maior astro, e uma Bolívia em reconstrução depois de perder por 2 a 0 para o Paraguai no amistoso anterior. Em jogo, mais do que o placar, está a definição de rumos para os próximos anos das duas seleções sul-americanas.

Argentina testa nova geração e preserva Messi

A equipe comandada por Lionel Scaloni entra em campo com uma escalação cheia de caras novas e alguns campeões do último Mundial de Seleções. A decisão de preservar Lionel Messi neste amistoso simboliza uma transição que já não é teórica: ela acontece ao vivo, diante de um estádio cheio e da audiência nacional.

Messi aguarda sua despedida oficial da seleção para a próxima semana, em um evento planejado como ato final de uma era. Até lá, o protagonismo em campo passa para jogadores como Julián Álvarez e Lautaro Martínez, que formam a dupla de ataque desta noite e carregam a responsabilidade de liderar a nova fase.

A provável formação argentina traz Dibu Martínez no gol; linha defensiva com Agustín Giay, Cristian Romero, Lisandro Martínez e Facundo Medina; meio-campo com Exequiel Palacios e Alexis Mac Allister; além de Franco Mastantuono e Nicolás Paz mais avançados, apoiando Julián Álvarez e Lautaro Martínez. É uma equipe que combina campeões consolidados com nomes em fase de testes.

Scaloni deixa claro que o amistoso é laboratório, não simples cumprimento de tabela. “Sem Lionel Messi nesta partida, a equipe de Lionel Scaloni deve dar minutos a jovens e testar variações”, afirma o treinador, ao justificar a opção por preservar o camisa 10 e apostar em jogadores de menos rodagem internacional.

Bolívia busca reação e experiência fora de casa

Do outro lado, a Bolívia chega a Córdoba pressionada por resultados recentes. A seleção comandada por Óscar Villegas tenta virar a página após a derrota por 2 a 0 para o Paraguai, em amistoso que escancarou fragilidades defensivas e falta de repertório ofensivo.

O técnico admite que a equipe ainda está em construção. “A seleção boliviana vem de derrota para o Paraguai por 2 a 0 no amistoso anterior”, lembra Villegas, usando o revés como ponto de partida para exigir resposta imediata de seus jogadores contra um rival de peso.

A escalação boliviana prevista para hoje tem Guillermo Viscarra no gol; defesa com Diego Arroyo, Luis Haquín e Marcelo Morales; meio-campo formado por Roberto Fernández, Gabriel Villamíl, Carlos Melgar, Héctor Cuéllar e Ervin Vaca; e ataque com Daniel Ribera e Miguel Terceros. O desenho indica um time mais cauteloso, com cinco jogadores de meio para tentar fechar espaços e explorar contra-ataques.

Jogar fora de casa, diante de uma Argentina em renovação, oferece à Bolívia um cenário de alta exigência, mas também a chance de medir forças contra um elenco que mistura estrelas com promessas. Para Villegas, o objetivo principal é dar lastro competitivo aos jovens e ajustar movimentações para compromissos oficiais no continente.

Amistoso vira filtro para futuras convocações

O amistoso desta quarta-feira vale como espécie de peneira de luxo para a seleção argentina. O desempenho de Mastantuono, Nicolás Paz e Agustín Giay, entre outros, pesa diretamente nas próximas listas de convocação. Quem render bem hoje tende a voltar com mais frequência quando começarem os jogos valendo vaga e troféu.

O peso simbólico da ausência de Messi também recai sobre a comissão técnica. Scaloni precisa provar que o modelo de jogo da Argentina sobrevive sem depender do camisa 10 em todas as fases do campo. A presença de Palacios e Mac Allister no meio ajuda a dar alguma continuidade à estrutura que levou o país ao topo recentemente, mas a dinâmica tende a mudar, com mais mobilidade na frente e menos jogo filtrado pelo craque.

Na Bolívia, a pressão é diferente. A meta imediata é corrigir falhas vistas no 2 a 0 contra o Paraguai e evitar nova atuação apática. Um bom resultado, ou ao menos uma atuação competitiva, fortalece Villegas internamente e reduz o ruído em torno do processo de renovação. Um novo tropeço pesado, porém, pode acelerar cobranças e exigir mudanças mais duras no elenco.

O fator transmissão ao vivo pelo Sportv aumenta a vitrine para todos. Para os jovens argentinos, cada arrancada, passe e finalização pode virar argumento para ganhar espaço em grandes clubes europeus ou consolidar papel de protagonista já em seus times atuais. Para os bolivianos, um bom jogo em solo argentino ajuda a reposicionar carreiras e mostrar que o futebol do país pode competir em cenários mais hostis.

Próximos passos: despedida de Messi e reconstrução boliviana

O amistoso em Córdoba funciona como prólogo da semana em que a Argentina se prepara para a despedida oficial de Messi. A cerimônia, prevista para o próximo compromisso da seleção, deve marcar o encerramento formal de uma fase histórica e abrir, com mais clareza, a disputa interna por novos líderes técnicos e emocionais do vestiário.

Scaloni e sua comissão planejam usar os minutos distribuídos hoje como base para consolidar uma espinha dorsal jovem. A tendência é que jogadores bem avaliados continuem ganhando espaço em amistosos e jogos oficiais, enquanto nomes mais experientes passam a ser chamados de forma pontual, para equilibrar o elenco.

Na Bolívia, o confronto desta quarta-feira alimenta um processo mais longo de reconstrução. Villegas precisa encontrar um núcleo estável de titulares e opções confiáveis no banco, algo que o país não consegue consolidar há várias temporadas. O desempenho em Córdoba, mais do que o placar, dará pistas sobre quem suporta a pressão de enfrentar gigantes regionais longe de casa.

O apito final, hoje à noite, não encerra nada. Apenas inaugura oficialmente um novo capítulo para a seleção argentina sem seu grande ídolo em campo e oferece à Bolívia um espelho incômodo, mas necessário, de onde está e para onde pode ir. As respostas completas virão nos próximos meses, quando amistosos dão lugar a torneios oficiais e a margem para erro diminui drasticamente.

Argentina x Bolívia: onde assistir ao amistoso hoje?

O amistoso Argentina x Bolívia, marcado para hoje às 20h30 (horário de Brasília) no estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba, tem transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal Sportv, disponível na TV por assinatura e em plataformas de streaming ligadas ao pacote do assinante.

Quais são as escalações de Argentina x Bolívia hoje?

As escalações previstas para hoje têm a Argentina com Dibu Martínez; Agustín Giay, Cristian Romero, Lisandro Martínez, Facundo Medina; Exequiel Palacios, Alexis Mac Allister; Franco Mastantuono, Nicolás Paz; Julián Álvarez e Lautaro Martínez, e a Bolívia com Guillermo Viscarra; Diego Arroyo, Luis Haquín, Marcelo Morales; Roberto Fernández, Gabriel Villamíl, Carlos Melgar, Héctor Cuéllar, Ervin Vaca; Daniel Ribera e Miguel Terceros.


Esportes
Publicidadeinarticle
Leia também