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França goleia Bélgica, vira jogo e dispara na Liga das Nações

França bate a Bélgica por 4 a 1 de virada no Stade de France, assume a liderança isolada do Grupo A1 da Liga das Nações com 10 pontos e pressiona rivais.

05/10/2026 21:25 7 min de leitura
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Liga das Nações

Com uma virada impressionante, a França domina o Grupo A1 e aumenta a pressão sobre seus adversários na competição.

A seleção da França vence a Bélgica por 4 a 1 de virada nesta segunda-feira (4), às 15h45, no Stade de France, e assume a liderança isolada do Grupo A1 da Liga das Nações. O time de Zinedine Zidane chega a 10 pontos e abre vantagem sobre italianos e belgas na disputa por vaga na fase decisiva.

Virada em 14 minutos muda o grupo

O resultado mexe no equilíbrio da chave e coloca pressão imediata sobre Bélgica, Itália e Turquia. A França, única invicta do grupo, ganha margem para administrar elenco e calendário nas duas últimas rodadas de novembro.

A Bélgica estaciona nos 6 pontos e perde a condição de encostar nos franceses. Precisa reagir contra a Turquia para evitar entrar na rodada final em desvantagem clara na briga pela primeira posição.

O jogo em Saint-Denis confirma a força da nova geração francesa e dá peso extra ao trabalho de Zidane às vésperas do próximo Mundial de Seleções. Jovens como Olise, Cherki e Doué decidem em um dos palcos simbólicos do futebol europeu.

Zidane poupa, Bélgica fere no contra-ataque

Zidane começa a tarde em modo laboratório. Mantém no banco nomes como Olise, Cherki, Rabiot e Doué, mas não abre mão do controle do jogo. A França passa o primeiro tempo com 65% de posse de bola, adiantando a marcação e rondando a área belga.

A proposta belga é clara: bloco mais baixo, saída rápida pelos lados e confiança na precisão de Lukebakio. A França toca, gira o jogo, tenta acelerar com Dembélé, referência técnica da etapa inicial. “O time não decepcionou e, sobre o comando de Dembélé, pressionou em busca do empate”, registra o Terra, ao descrever a intensidade francesa.

O problema para Zidane está na última bola. Falta espaço para o drible, os chutes quase não aparecem. A Bélgica aproveita a brecha que espera. Aos 35 minutos, Lukebakio escapa em contra-ataque, recebe em condição de finalizar e abre o placar, frio, diante de Maignan.

O gol expõe o risco do plano francês de testar nomes e mexer pouco na estrutura antes do intervalo. A torcida no Stade de France reage com impaciência, mas o time não se desorganiza. Mantém o domínio territorial, sem transformar posse em finalizações claras.

Entrada dos titulares vira avalanche

O segundo tempo começa com o mesmo desenho, mas o relógio passa a trabalhar contra Zidane. Depois de mais uma defesa de Vandevoordt, o técnico decide usar todo o arsenal. Lança Olise, Cherki e Cunha, abre mão de cautela e aceita o jogo franco.

A França ganha imediata profundidade pelos lados e aproximação por dentro. A Bélgica recua ainda mais, perde fôlego para contra-atacar e passa a sobreviver com o goleiro. Quando o desgaste belga aparece, o talento francês toma conta.

Aos 32 minutos, Doué se projeta da esquerda para o meio, recebe na entrada da área e empata, premiando a pressão contínua. Quatro minutos depois, aos 36, Cherki aproveita nova infiltração, finaliza com categoria e vira o placar, transformando o clima no Stade de France.

O gol desestabiliza a equipe de Mark van Bommel. A Bélgica tenta reagir, adianta linhas, chega a rondar a área francesa, mas se expõe. “Com isso, a seleção visitante resolveu arriscar de longe”, descreve o Terra ao relatar a tentativa belga de buscar o empate em chutes de média distância.

O espaço que faltava para os franceses aparece em série. Aos 43 minutos, Olise recebe em velocidade, invade a área e marca o terceiro. O ge já havia destacado o peso do atacante no confronto anterior em Bruxelas: “Com gol de Olise, aos 43 do segundo tempo, a França venceu a partida que a coloca em vantagem na tabela neste momento”. No Stade de France, o roteiro se repete quase no mesmo minuto, agora para consolidar a reação.

Nos acréscimos, aos 46, Olise aparece de novo, fecha a goleada em 4 a 1 e transforma uma partida tensa em demonstração de força. Em 14 minutos, a França sai do 0 a 1 para um 4 a 1 que redesenha o Grupo A1.

Liderança isolada e recado à concorrência

O placar empurra a França ao topo com 10 pontos e mantém a invencibilidade. “A França lidera o Grupo A1, com sete pontos, e é a única equipe que segue invicta após três rodadas”, lembrava o ge antes da bola rolar. A vitória sobre a Bélgica amplia esse cenário, agora com folga numérica e moral.

A Itália, que supera a Turquia em Bologna e vai a 7 pontos, vira perseguidora direta. A Bélgica, com 6, perde colchão de segurança. A Turquia segue sem pontuar e entra na reta final da Liga das Nações com papel mais de juiz do grupo do que de candidata à vaga.

Na prática, Zidane ganha liberdade para calibrar a gestão de minutos nas próximas datas, sem abrir mão da competitividade. Pode dosar titulares, testar variações táticas e observar como Olise, Cherki e Doué respondem a jogos grandes em sequência.

Van Bommel, ao contrário, sai de Paris com um roteiro de cobranças. A Bélgica não sustenta a vantagem, cede quatro gols em pouco mais de um quarto de hora e expõe fragilidades defensivas difíceis de ignorar às vésperas de novembro.

Mundial de Seleções no horizonte

A goleada em um estádio lotado, diante de um rival direto, reforça a sensação de que a França entra na reta de preparação para o próximo Mundial de Seleções em estágio adiantado de renovação. A convivência entre Maignan, Dembélé, Rabiot e a nova geração funciona em cenário de alta pressão.

A Bélgica vive momento diferente. Precisa recalibrar o equilíbrio entre nomes experientes, como De Bruyne, e o bloco mais jovem que tenta ocupar espaço. A derrota em Saint-Denis tende a influenciar as próximas convocações e a própria abordagem tática de Van Bommel.

As duas seleções voltam a campo em novembro, na última Data Fifa do ano. No dia 12, a Bélgica encara a Turquia, enquanto a França visita a Itália, num duelo com cara de final antecipada do grupo. A rodada derradeira, dia 15, traz Bélgica x Itália e França x Turquia, com o desenho atual favorecendo os franceses.

Se mantiver o nível de reação mostrado no Stade de France, a equipe de Zidane chega às decisões da Liga das Nações com confiança alta e elenco testado. A pergunta, agora, recai sobre a Bélgica: haverá tempo para ajustar a defesa e recolocar o time na rota dos favoritos antes que o Mundial comece a monopolizar todas as atenções?

Onde assistir França x Bélgica na Liga das Nações ao vivo?

A partida desta segunda-feira, 4 de outubro de 2026, tem transmissão ao vivo pela plataforma Disney+, às 15h45 (horário de Brasília).

Qual foi a escalação da França no jogo contra a Bélgica na Liga das Nações?

A França tem Maignan; Koundé, Jacquet, Lacroix e Truffert; Koné, Rabiot e Cherki; Dembélé, Olise e Doué, sob comando do técnico Zinedine Zidane.

Qual foi o placar final da partida entre França e Bélgica na Liga das Nações?

O jogo no Stade de France termina com vitória da França por 4 a 1 sobre a Bélgica, de virada, pela quarta rodada do Grupo A1.

Quem marcou os gols da França na vitória contra a Bélgica?

Os gols franceses são de Doué, aos 32 do segundo tempo, Cherki, aos 36, e Olise duas vezes, aos 43 e aos 46 minutos.

Como a França conseguiu a virada contra a Bélgica na Liga das Nações?

Zidane lança Olise, Cherki e Cunha no segundo tempo, aumenta a pressão ofensiva e, em 14 minutos, a França transforma o 0 a 1 em 4 a 1.


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