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Virada da França sobre a Bélgica expõe nova geração em alta

Com dois gols de Olise e show de jovens, França vira sobre a Bélgica, vence por 4 a 1 em Saint-Denis e dispara na liderança do Grupo A1 da Liga das Nações.

05/10/2026 22:29 7 min de leitura
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Liga das Nações

França domina Bélgica com talentos emergentes e assume liderança isolada do Grupo A1.

A França atropela a Bélgica por 4 a 1 nesta segunda-feira (5 de outubro de 2026), em Saint-Denis, e se isola na liderança do Grupo A1 da Liga das Nações da Uefa. A goleada, construída com virada no segundo tempo, tem a marca da nova geração francesa, comandada por Michael Olise, Désiré Doué e Rayan Cherki.

Virada em casa e grupo sob controle

No Stade de France lotado, o placar elástico vale mais do que três pontos. A seleção de Zinedine Zidane chega a 10 pontos, segue invicta e abre vantagem na disputa por vaga nas fases finais. A Bélgica estaciona nos 6 pontos e cai para a terceira posição, sob pressão para reagir nas duas últimas rodadas.

O resultado pesa também na preparação para o Mundial de Seleções e para a próxima sequência de torneios europeus. Zidane usa o torneio como laboratório, arrisca deixar titulares no banco e recebe resposta contundente dos novatos. Do outro lado, a derrota expõe fragilidades defensivas belgas e obriga ajustes rápidos antes dos duelos contra Turquia e Itália.

Primeiro tempo de domínio francês e golpe belga

A França dita o ritmo desde o início. Com Ousmane Dembélé e Esteban Lepaul ativos pelos lados, o time empurra a Bélgica para o próprio campo. “A França, mesmo com vários jogadores titulares no banco no início da partida, teve o comando, ficando com 65% de posse de bola”, descreve o portal Terra. Falta, porém, precisão na última bola.

Dembélé cria as melhores ações, arriscando de fora da área e cruzando com perigo. Lepaul aparece bem pelo alto, mas cabeceia por cima. A pressão não se converte em gol. A Bélgica espera o erro, resiste na defesa e escolhe os contra-ataques como arma. Romelu Lukaku e Diego Moreira ajudam a aliviar a marcação e a travar a saída francesa.

O castigo vem aos 34 minutos. Em transição rápida, Dodi Lukébakio recebe em profundidade, domina e bate de esquerda, seco, para abrir o placar. “Lukébakio definiu muito bem a jogada para abrir o placar”, registra o Terra. O 1 a 0 deixa a torcida francesa inquieta, mas não muda o roteiro: os donos da casa seguem com a bola, sem achar espaço na área rival.

As mudanças de Zidane e a explosão da nova geração

O intervalo cristaliza o plano de Zidane. O técnico mantém a estrutura, mas libera ainda mais Dembélé e passa a mexer no banco. O jogo serve como teste de elenco, com nomes como Olise, Cherki, Rabiot e Doué inicialmente entre os reservas. Depois de nova defesa do goleiro Vandevoordt, Zidane decide acelerar.

Entram Michael Olise, Rayan Cherki e Lucas Da Cunha. A França ganha criatividade, aproximação entre meio-campo e ataque e aumenta o volume ofensivo. O duelo fica aberto: os franceses se expõem mais, mas empurram a Bélgica para trás. A insistência encontra, enfim, o gol de empate.

Aos 32 minutos do segundo tempo, Doué recebe de Lucas Da Cunha na entrada da área, gira e finaliza no canto para fazer 1 a 1. “Doué (32 minutos) e Cherki (36) viraram para a equipe da casa”, registra o Terra. O gol altera o ambiente no Stade de France, que passa da apreensão ao entusiasmo em poucos minutos.

Quatro minutos depois, a virada. Olise recebe lançamento pela direita, leva até a linha de fundo e rola para trás. Cherki chega batendo de primeira e coloca a França à frente, 2 a 1. A Bélgica tenta reagir na bola parada, com escanteio de Mika Godts e desvio de Nathan Ngoy para fora, mas o controle emocional já mudou de lado.

Olise decide e Bélgica perde o chão

Os minutos finais transformam a vitória em demonstração de força. Olise, que já acumula assistência e participação em quase todas as jogadas perigosas, assume o protagonismo na área. Aos 43, Doué encontra o atacante, que domina e toca no canto para fazer 3 a 1.

Na sequência, aos 46, a parceria se inverte. Cherki lança Doué em profundidade, o meia acha Olise em condição de finalizar e ele completa o 4 a 1 com a perna esquerda. “Olise marcou dois gols, enquanto Doué e Cherki completaram o placar para os franceses”, resume o Metrópoles. A atuação rende manchete: “Olise, Doué e Cherki comandam triunfo da França contra a Bélgica na Nations”.

A seleção belga ainda tenta encurtar a diferença, mas não encontra o caminho. A linha defensiva, que segura a pressão durante boa parte da noite, desmorona diante da velocidade e da troca de posições dos franceses. No apito final, o placar expõe não apenas a reação francesa, mas a distância física e mental entre as equipes na reta final do jogo.

Disputa do grupo esquenta e seleção francesa se renova

O 4 a 1 desta segunda altera o tabuleiro do Grupo A1. “Com os resultados, os franceses lideram a chave com dez pontos”, lembra o Terra, enquanto os italianos chegam a 7 após vitória por 3 a 1 sobre a Turquia, e a Bélgica permanece com 6. Os turcos seguem zerados. A próxima Data Fifa, em novembro, promete clima de decisão.

No dia 12, a Bélgica visita a Turquia, e a França encara a Itália em Milão. Três dias depois, a rodada final traz Bélgica x Itália e França x Turquia. Cada jogo passa a ter peso de mata-mata na corrida pela classificação e na preparação das seleções para os grandes torneios internacionais que se aproximam.

Para Zidane, a noite em Saint-Denis vai além do placar. A engrenagem ofensiva funciona, os jovens assumem responsabilidade em cenário de pressão e mostram ao treinador opções reais de rodar o elenco sem perder intensidade. Para a Bélgica, a goleada serve de alerta em um ciclo que já não conta com a antiga geração de ouro em seu auge e precisa encontrar novo equilíbrio entre talento e consistência.

Com o Mundial no horizonte, a França sai da noite parisiense com uma mensagem clara ao continente: a camisa pesada agora vem acompanhada de um ataque renovado, rápido e decisivo. As próximas rodadas dirão se a goleada desta segunda é ponto fora da curva ou o início de um domínio prolongado no topo da Liga das Nações.

Onde assistir França x Bélgica na Liga das Nações hoje?

A partida já ocorreu em 5 de outubro de 2026, no Stade de France. A transmissão depende dos detentores de direitos em cada país e de eventuais reprises.

Qual foi a escalação da França no jogo contra a Bélgica na Liga das Nações?

O contexto disponível cita nomes como Dembélé, Esteban Lepaul, Manu Koné, Doué, Cherki, Olise, Lucas Da Cunha e Barcola, mas não traz a escalação completa.

Como a França conseguiu virar o jogo contra a Bélgica em menos de cinco minutos?

Zidane colocou Olise, Cherki e Lucas Da Cunha em campo, aumentou a pressão ofensiva e viu Doué empatar aos 32 minutos e Cherki virar aos 36.

Quem foram os principais jogadores da França na vitória contra a Bélgica?

Michael Olise, com dois gols e uma assistência, além de Désiré Doué e Rayan Cherki, que marcaram e participaram das principais jogadas ofensivas.

Qual foi o resultado final do jogo França x Bélgica na Liga das Nações?

A França venceu a Bélgica por 4 a 1, de virada, pela quarta rodada do Grupo A1 da Liga das Nações da Uefa.


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