Transparência — parte do conteúdo deste portal é produzida por inteligência artificial (WireDesk) e pode conter imprecisões; confira temas sensíveis em fontes oficiais. Política editorial →
powered by WireDesk ao vivo
Mercados
S&P 5007.674▲ 0,43%Nasdaq26.180▲ 0,43%Dow Jones53.277▲ 0,98%Ibovespa170.449▲ 1,50%FTSE 10010.833▲ 0,16%DAX26.152▲ 0,06%Nikkei65.528▼ 0,74%S&P 5007.674▲ 0,43%Nasdaq26.180▲ 0,43%Dow Jones53.277▲ 0,98%Ibovespa170.449▲ 1,50%FTSE 10010.833▲ 0,16%DAX26.152▲ 0,06%Nikkei65.528▼ 0,74%
Esportes

Chapecoense derruba São Paulo e aprofunda crise no Brasileirão

Lanterna até o fim de semana, Chapecoense vence o São Paulo por 1 a 0 na Arena Condá, reage na luta contra o rebaixamento e amplia jejum tricolor para 10 jogos.

24/08/2026 07:01 6 min de leitura
Chapecoense derruba São Paulo e aprofunda crise no Brasileirão
Transparência Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e pode conter imprecisões. Confira temas sensíveis em fontes oficiais. Política editorial →

Brasileirão

Chapecoense vence em casa e complica ainda mais a situação do São Paulo no campeonato nacional.

A Chapecoense vence o São Paulo por 1 a 0 na Arena Condá, pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro, e aprofunda a crise do time paulista, que chega a 10 jogos sem vitória.

Lanterna domina, favorito afunda

O jogo deste domingo à noite, em Chapecó, opõe extremos da tabela e produz o resultado mais incômodo possível para o São Paulo. A Chapecoense, lanterna com apenas 11 pontos e uma vitória antes da bola rolar, controla a partida, cria as principais chances e constrói um triunfo descrito no clube catarinense como “inquestionável e merecido”.

O São Paulo, 13º colocado com 27 pontos e sete vitórias antes do duelo, sai da Arena Condá sob vaias virtuais e críticas pesadas. Em campo, o time apresenta apatia, falhas em sequência na defesa e um meio-campo incapaz de segurar a pressão do último colocado. A equipe entra no terço final do campeonato a apenas três pontos da zona de rebaixamento.

Apagão tricolor e noite de lesão

O roteiro incomoda ainda mais o torcedor são-paulino porque o rival não precisa de nenhuma grande novidade tática para vencer. “O que se viu em campo da equipe de Dorival Júnior foi um time sem atitude e cometendo erros atrás de erros defensivamente”, resume a análise de quem acompanha o dia a dia do clube. Quando a técnica não aparece, nem a entrega costuma salvar.

O sistema defensivo, que já vinha sob desconfiança, desaba. Sabino faz o pior jogo da temporada, Domingos Duarte atua muito abaixo do que costuma render, e até o regular Lucas Ramon sofre na marcação. Pablo Maia e Danielzinho não conseguem organizar o meio-campo, e a Chapecoense ganha terreno, confiança e volume ofensivo.

Na frente, o São Paulo acumula decisões ruins. Cauly erra todas as finalizações de média distância. Artur desperdiça, aos cinco minutos, a chance clara que poderia mudar a dinâmica do confronto. Luciano, o jogador mais decisivo do elenco, vê sua melhor finalização explodir na trave, símbolo de um time que ronda o gol, mas não concretiza.

Calleri sai mancando, Gustavo Santana se destaca

O cenário piora quando Jonathan Calleri, referência ofensiva, deixa o gramado ainda no primeiro tempo após entorse no tornozelo direito. O atacante sai mancando, acende alerta no departamento médico e deixa Dorival Júnior sem sua principal válvula de escape. A perda técnica e emocional é imediata.

O jovem Gustavo Santana entra em seu lugar e assume responsabilidade que poucos veteranos mostram. Se movimenta mais que o restante do ataque, oferece opção de passe, briga com os zagueiros e quase empata em lance na pequena área. “O jovem Gustavo Santana, que entrou em seu lugar, foi talvez a única nota positiva do jogo”, resume uma das leituras internas no clube.

Apesar da entrada do garoto, o São Paulo não reage de forma consistente. A equipe volta do intervalo com a mesma lentidão na saída de bola e falha na recomposição defensiva. A Chapecoense pressiona a marcação desde a saída tricolor, rouba bolas perto da área e empilha finalizações.

Vitória merecida e pressão máxima

O gol catarinense, construído sobre uma sequência de erros são-paulinos, traduz o que ocorre durante os 90 minutos. “O São Paulo não mereceu vencer nem empatar com a pior equipe da Série A e saiu de campo derrotado por 1 a 0”, sintetiza um analista. O goleiro Rafael ainda evita um vexame maior com boas defesas, mas não impede o revés.

“A vitória do time catarinense foi inquestionável e merecida”, reforça outra avaliação sobre o duelo. A Chapecoense transforma intensidade em pontos e chega à segunda vitória no campeonato, ganhando fôlego na luta contra o rebaixamento. O resultado também muda o ambiente no clube: jogadores se abraçam na saída de campo, e a comissão técnica fala em “ponto de virada” na temporada.

No São Paulo, o clima é oposto. Dorival Júnior, que vinha defendendo o elenco em outras atuações ruins, encontra poucas explicações públicas para mais um tropeço. A diretoria observa, a distância, a aproximação perigosa da parte de baixo da tabela. O risco de queda passa de hipótese distante a tema concreto em conversas internas.

Impacto na tabela e nos bastidores

A derrota na Arena Condá coloca o São Paulo em um dilema imediato. Com 27 pontos somados e 10 rodadas seguidas sem vitória, o clube entra definitivamente na conta dos candidatos ao Z-4. A combinação de rendimento em queda, lesão de peça-chave e ambiente pressionado aciona todos os alarmes no Morumbi.

A Chapecoense, por sua vez, ganha mais do que três pontos. O time que acumulava apenas uma vitória passa a enxergar a permanência como objetivo viável. A atuação agressiva diante de um adversário tecnicamente superior serve de exemplo para outras equipes da parte de baixo, que veem como a postura em campo pode encurtar distâncias na tabela.

A ampla transmissão do jogo por Record, Premiere e CazéTV amplifica o debate nacional sobre a fase do São Paulo. Nas redes sociais e nos programas esportivos, a discussão gira em torno de mudanças imediatas: ajustes táticos, eventual renovação de peças no time titular e a necessidade de reforços ainda nesta janela.

A diretoria tricolor sabe que o tempo é curto. O clube entra na reta decisiva do Brasileirão sem margem para novas quedas de rendimento. A reação precisa começar já na próxima rodada, sob risco de o sonho de vaga internacional dar lugar a uma corrida desesperada contra um rebaixamento inédito.

O que a derrota para a Chapecoense muda para o São Paulo?

A derrota por 1 a 0 para a Chapecoense, na 24ª rodada do Brasileiro, deixa o São Paulo com 27 pontos, amplia o jejum para 10 jogos sem vitória e aproxima o clube a apenas três pontos da zona de rebaixamento, aumentando a pressão sobre elenco, comissão técnica e diretoria no terço final da competição.

Por que a vitória é tão importante para a Chapecoense?

A vitória da Chapecoense por 1 a 0 sobre o São Paulo, conquistada em casa pela 24ª rodada, representa o segundo triunfo do time no campeonato, tira a equipe do isolamento na lanterna em termos de desempenho recente e injeta moral decisiva na luta contra o rebaixamento, reforçando confiança de elenco, comissão técnica e torcida.

Qual é a situação de Calleri após sair lesionado?

A lesão de Jonathan Calleri, que deixa o jogo ainda no primeiro tempo após entorse no tornozelo direito, reduz de imediato o poder ofensivo do São Paulo, abre espaço para maior utilização do jovem Gustavo Santana e exige exames complementares nos próximos dias para definir se o artilheiro desfalca o time em sequência na reta final do campeonato.


Esportes
Publicidadeinarticle
Leia também