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Apple entra nos dobráveis com iPhone Duo e novo iPhone 18 Pro

Apple lança iPhone Duo, seu primeiro celular dobrável, e renova linha com iPhone 18 Pro e 18 Pro Max. Veja o que muda, preços no Brasil e impacto no mercado.

09/09/2026 22:29 9 min de leitura
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Conheça as novidades da Apple com seu primeiro celular dobrável e a nova geração de iPhones Pro.

A Apple estreia no mercado de celulares dobráveis com o iPhone Duo e renova a linha com o iPhone 18 Pro e o 18 Pro Max, anunciados nesta quarta-feira (9). Os aparelhos chegam ao Brasil em 23 de outubro, com preços que vão de R$ 11.999 a R$ 30.990.

Primeiro iPhone dobrável mira topo do mercado

O iPhone Duo marca a maior mudança de design da linha desde o primeiro modelo. A Apple adota o formato de “passaporte”, já popular entre rivais, mas aposta em soluções próprias para tentar se diferenciar.

Fechado, o aparelho lembra uma caderneta larga; aberto, ocupa o espaço de um pequeno tablet. A tela interna de 7,6 polegadas é a maior já colocada em um iPhone. Segundo a empresa, “a tela é 50% maior do que a do iPhone 18 Pro Max e 80% maior do que a do iPhone 18 Pro”. A parte externa traz um display de 5,4 polegadas, voltado ao uso rápido e às interações durante fotos.

O mecanismo de abertura, um dos pontos sensíveis em qualquer dobrável, vira vitrine de engenharia. De acordo com a própria companhia, a dobradiça reúne mais de 100 elementos e usa estrutura em titânio. “A dobradiça lateral foi desenvolvida pela própria fabricante, com estrutura em titânio”, destaca texto da Redação UOL. O conjunto permite que a tela fique totalmente plana quando aberta, sem o sulco visível encontrado em modelos concorrentes.

Em tempos de telas gigantes, a Apple também resgata um símbolo do passado recente da marca. “O novo iPhone Duo retomou o uso do leitor de impressões digitais (Touch ID) para desbloquear o aparelho”, lembra reportagem do G1. O sensor fica integrado ao botão lateral e substitui o Face ID, o reconhecimento facial presente na maioria dos iPhones atuais.

Multitarefas, chip A20 Pro e foco em produtividade

A aposta central do Duo está no uso em modo aberto. Com a tela ampliada, o celular tenta ocupar o espaço entre smartphone e tablet e se vender como ferramenta de trabalho e estudo. O modo Split View divide a interface em duas janelas. “Com o Split View, você pode ver o mesmo app de duas maneiras diferentes lado a lado, como o calendário por mês e por dia”, explica a Apple em seu site oficial.

Na prática, o recurso permite combinar e-mail e documentos, navegador e reunião em vídeo, anotações e streaming, sem a sensação de aperto típica das telas tradicionais. Profissionais que vivem em aplicativos de produtividade e estudantes que alternam entre PDFs, vídeo-aulas e mensageiros são o alvo direto dessa proposta.

O Duo também segue a tendência de uso em posições semiabertas. Apoiado sobre a mesa, ele funciona como mini tela para vídeos, relógio de cabeceira ou moldura digital. A tela externa exibe animações durante fotos, ajudando a arrancar sorrisos de quem está sendo enquadrado. Há ainda suporte à Apple Pencil, reforçando o interesse em designers, criadores de conteúdo e quem trabalha com anotações à mão.

Por dentro, o novo chip A20 Pro assume o comando. “O modelo chega equipado com o chip A20 Pro, desenvolvido para entregar mais desempenho em tarefas de inteligência artificial sem comprometer a eficiência energética”, destaca a Redação UOL. A promessa é de processamento rápido para edição de fotos e vídeos, reconhecimento de imagem e recursos de IA, sem sacrifício dramático de bateria.

No Brasil, o iPhone Duo será vendido em duas cores, Starlight e Night Sky, com preço inicial de R$ 21.999 na versão de 256 GB. Os valores chegam a R$ 30.990 nas opções mais avançadas. A pré-venda começa em 16 de outubro, com estreia oficial marcada para 23 de outubro.

iPhone 18 Pro e Pro Max refinam fórmula clássica

Enquanto o Duo inaugura uma nova categoria, os iPhones 18 Pro e 18 Pro Max cuidam de manter a base de usuários que não pretende migrar para o dobrável. Ambos chegam com foco em câmera, bateria e acabamento, mantendo o formato tradicional.

A Apple anuncia um novo sensor principal Fusion com abertura variável, tecnologia que adapta a entrada de luz conforme o cenário. A promessa é de fotos melhores à noite e maior controle criativo em cenas diurnas. A autonomia também cresce. Segundo a empresa, os aparelhos podem alcançar até 45 horas de uso, um salto relevante para quem passa o dia longe da tomada.

Os modelos adotam corpo em alumínio e ganham novas cores, incluindo o tom bordô Burgundy e o azul claro Glacier, candidatos a sucessores do popular “azul do ano” de gerações anteriores. O iPhone 18 Pro parte de R$ 11.999 no Brasil, enquanto o 18 Pro Max começa em R$ 12.999. O 18 “normal” ainda não aparece na linha.

As opções de armazenamento chegam até 2 TB no 18 Pro, mirando usuários que gravam vídeos em alta resolução ou carregam grandes bibliotecas de mídia. Para esse público, o Duo funciona mais como vitrine tecnológica do que como escolha óbvia.

Relógios e fones completam ofensiva de ecossistema

O evento também atualiza acessórios que ajudam a amarrar o ecossistema da marca. O Apple Watch Series 12 e o Apple Watch Ultra 4 chegam com sensores redesenhados para monitoramento de saúde de forma mais contínua e precisa, baseados no novo sistema Health Sensing System.

Ambos rodam o chip S11, que promete desempenho mais alto e mais autonomia. “O novo Apple Watch Ultra 4 tem até 50 horas de duração de bateria”, lembra o G1, um número importante para quem usa o relógio em trilhas longas ou treinos intensos. Os preços começam em R$ 5.499 para a caixa de alumínio de 42 mm.

Um dos destaques de software é a “inteligência de áudio”. “O novo recurso reconhece sons ao redor, como sirenes, alarmes, campainhas e choro de bebê, ajudando pessoas surdas ou com deficiência auditiva”, afirma a Apple. O relógio identifica esses sons, usa recursos de inteligência artificial para interpretá-los e avisa o usuário no pulso. Há ainda a função de “rebobinar” conversas, capaz de voltar até 15 minutos no tempo para revisar o que foi dito.

Nos fones de ouvido, o AirPods 5 aprofunda a estratégia de isolar o usuário do barulho do mundo real. O cancelamento de ruído ativo fica “até 50%” mais eficaz que o do modelo anterior, ajudando a abafar conversas e sons de escritório. A tradução em tempo real segue entre os recursos principais. No Brasil, os preços começam em R$ 1.499.

Impacto no Brasil: entusiasmo, preço e pressão na concorrência

A entrada da Apple no segmento de dobráveis mexe imediatamente com o topo do mercado brasileiro de smartphones. Depois de anos vendo Samsung, Motorola e Huawei disputar sozinhas esse nicho, consumidores fiéis à marca finalmente ganham uma opção com iOS nesse formato. “O iPhone Duo é o primeiro iPhone dobrável da Apple!”, resume o TecMundo.

O impacto prático, ao menos no início, deve ficar restrito a um público seleto. Com preços que podem chegar perto de R$ 31 mil, o Duo se posiciona como um objeto de desejo, não como produto de massa. Varejistas e operadoras já planejam pacotes com parcelamento longo, descontos por fidelidade e bônus na troca de usados para tentar reduzir a barreira de entrada.

Para o setor de assistência técnica, a novidade significa curva de aprendizado. A dobradiça em titânio, a tela flexível e o conjunto de mais de 100 componentes criam desafios para manutenção fora da rede autorizada. Desenvolvedores também são empurrados a adaptar aplicativos para aproveitar melhor o formato em tela dupla e os modos semitab e apoio sobre a mesa.

O lançamento simultâneo dos iPhones 18 Pro e 18 Pro Max, junto com Apple Watch Series 12, Ultra 4 e AirPods 5, reforça a estratégia de ecossistema integrado. Quem compra um dos novos celulares encontra mais argumentos para permanecer dentro da mesma marca ao renovar fone, relógio ou tablet.

No curto prazo, a presença do Duo deve pressionar rivais a acelerar seus próprios ciclos de inovação em dobráveis e a revisar preços para manter a disputa acirrada. A médio prazo, a forma como o público brasileiro adotar — ou ignorar — o formato dobrável da Apple vai definir se esses aparelhos ganham escala ou seguem confinados ao topo da prateleira.

John Ternus, que conduz sua primeira grande apresentação como CEO, herda o desafio de provar que o design dobrável não é apenas um experimento caro. Os próximos ciclos de atualização vão mostrar se o iPhone Duo inaugura uma nova família duradoura ou se permanece como um capítulo isolado na história do iPhone.

Como é o design do iPhone Duo, o primeiro celular dobrável da Apple?

O iPhone Duo tem formato de “passaporte” quando fechado e de tablet quando aberto, com tela interna de 7,6" plana e tela externa de 5,4", além de dobradiça em titânio.

Qual o preço do iPhone Duo no Brasil e como ele se compara ao Z Fold 8?

No Brasil, o iPhone Duo parte de R$ 21.999 e pode chegar a R$ 30.990. O Galaxy Z Fold 8 recente chega a partir de R$ 12.599, bem abaixo do valor inicial do Duo.

Quais são as principais novidades do iPhone 18 e do iPhone Duo?

O Duo estreia o formato dobrável, tela interna de 7,6", Split View, Touch ID lateral e chip A20 Pro focado em IA. O iPhone 18 Pro e Pro Max ganham câmera Fusion com abertura variável, até 45 horas de bateria e novas cores.

Quando será lançado o iPhone Duo no Brasil?

O iPhone Duo entra em pré-venda no Brasil em 16 de outubro de 2026 e chega às lojas em 23 de outubro de 2026, junto com o iPhone 18 Pro e o 18 Pro Max.

Quais as diferenças entre o iPhone Duo e os modelos iPhone 18 Pro e 18 Pro Max?

O Duo é dobrável, tem tela interna maior, dobradiça em titânio e Touch ID. Os 18 Pro e Pro Max mantêm design tradicional, focam em melhorias de câmera, bateria de até 45 horas e armazenamento de até 2 TB.

O que torna o iPhone Duo diferente dos outros iPhones lançados anteriormente?

É o primeiro iPhone com tela dobrável, formato tipo passaporte, tela interna 50% maior que a do 18 Pro Max, uso intenso de multitarefas em Split View e retorno do Touch ID no botão lateral.


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