Transparência — parte do conteúdo deste portal é produzida por inteligência artificial (WireDesk) e pode conter imprecisões; confira temas sensíveis em fontes oficiais. Política editorial →
powered by WireDesk ao vivo
Mercados
S&P 5007.677▲ 0,32%Nasdaq26.151▲ 0,66%Dow Jones53.577▲ 0,30%Ibovespa174.577▲ 1,55%FTSE 10010.886▲ 0,64%DAX26.266▲ 0,50%Nikkei65.728▼ 0,19%S&P 5007.677▲ 0,32%Nasdaq26.151▲ 0,66%Dow Jones53.577▲ 0,30%Ibovespa174.577▲ 1,55%FTSE 10010.886▲ 0,64%DAX26.266▲ 0,50%Nikkei65.728▼ 0,19%
Esportes

Athletico-PR vence Botafogo e Viveros assume artilharia

Com dois gols de Kevin Viveros, que chega a 16 no Brasileirão, Athletico-PR faz 3 a 2 no Botafogo no Nilton Santos, encosta no Flamengo e amplia crise alvinegra.

25/08/2026 21:01 6 min de leitura
Athletico-PR vence Botafogo e Viveros assume artilharia
Transparência Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e pode conter imprecisões. Confira temas sensíveis em fontes oficiais. Política editorial →

Brasileirão

Athletico-PR vence fora de casa e Kevin Viveros assume a liderança na artilharia do campeonato.

Kevin Viveros transforma um jogo tenso no Nilton Santos em vitrine pessoal e motor de arrancada rubro-negra. Com dois gols, o colombiano lidera a vitória por 3 a 2 do Athletico-PR sobre o Botafogo e assume a artilharia isolada do Campeonato Brasileiro, com 16 gols.

O resultado, construído com frieza diante de uma defesa em pane, coloca o time paranaense com 44 pontos, a apenas um do Flamengo, vice-líder com 45 e um jogo a menos. O Botafogo para nos 30 pontos, vê a crise se aprofundar e ouve vaias de mais de 32 mil torcedores em casa.

Erros em série e vantagem relâmpago do Athletico

O Botafogo começa o jogo com a bola, mas o Athletico entra em campo com o plano mais claro: pressionar alto e forçar o erro na saída alvinegra. Em pouco mais de dez minutos, a estratégia se paga com juros.

Aos 10, Jadson aperta Cristian Medina na entrada da área, recupera a bola e aciona Viveros. O colombiano devolve, Gabriel Batista espalma o chute do volante e João Cruz, livre na pequena área, testa para o gol aberto e faz 1 a 0. O ge descreve o lance como fruto de “um grande vacilo na defesa”.

Dois minutos depois, o cenário se repete com contornos de pesadelo. Kauan Toledo recebe de costas, perde a bola na intermediária e vê Dantas servir Viveros na meia-lua, completamente livre. Ele só toca na saída de Gabriel Batista e amplia: 2 a 0. Para o LANCE!, “foram 13 minutos de terror para o torcedor do Botafogo”.

A reação carioca surge em lampejos. Alex Telles puxa o time, arranca pelo meio e arrisca de fora, rente à trave. Edenilson acerta o poste em outra chegada perigosa. Falta, porém, controle emocional. A “espiral de erros do coletivo”, como define Leonardo Damico, trava qualquer tentativa de reorganização.

Pressão alvinegra, frieza rubro-negra

O intervalo não muda o roteiro psicológico. O Botafogo volta obrigado a se lançar ao ataque, mas carrega o peso recente da eliminação na Copa Sul-Americana e da indefinição sobre o novo técnico. Rodrigo Bellão, interino, tenta empurrar a equipe para frente, porém vê um time “espaçado, lento, relapso”, nas palavras do LANCE!.

O Athletico recua as linhas, aceita sofrer e aposta no contragolpe. A escolha parece conservadora, mas combina com a noite segura do goleiro Santos, que domina o jogo aéreo e segura bolas levantadas na área quase sem rebote. O Botafogo acumula escanteios, finalizações travadas e uma ansiedade crescente nas arquibancadas.

Quando o relógio marca 30 minutos do segundo tempo, a calma visitante se transforma em golpe quase definitivo. Santos faz a reposição, Kerwin Vargas recebe aberto na esquerda, costura pelo meio entre três marcadores e serve Viveros na entrada da área. O colombiano domina e bate cruzado; a bola beija a trave antes de entrar: 3 a 0 e 16º gol no campeonato.

O terceiro gol rubro-negro acende a ira da torcida alvinegra. “Gritos de ‘time sem vergonha’ ecoaram logo após o terceiro gol do Athletico”, registra o UOL, em clima de contestação direta à diretoria e ao elenco. Parte das arquibancadas se volta para o setor social, em protestos que misturam frustração esportiva e desconfiança sobre o projeto do clube.

Reação tardia do Botafogo e tabela em choque

O Botafogo, empurrado pelo orgulho ferido, finalmente transforma volume de jogo em gol aos 39. Alex Telles cobra escanteio, a defesa corta mal e Santi Rodríguez emenda de canhota. A bola desvia, engana Santos e entra: 3 a 1. O estádio, que vaia minutos antes, volta a acreditar em milagre.

Sete minutos depois, novo escanteio renova a esperança. Matheus Martins cruza, Vitinho erra a finalização, mas a bola sobra limpa para Santi Rodríguez empurrar para as redes: 3 a 2. O Nilton Santos se inflama, o time se lança em busca do empate, porém esbarra na falta de organização e na noite segura da defesa atleticana.

O apito final cristaliza dois momentos opostos. O Athletico confirma a escalada na parte de cima da tabela, estacionando nos 44 pontos, contra 45 do Flamengo. Com a liderança da artilharia na mão, Viveros reforça sua condição de protagonista do projeto esportivo rubro-negro e vê seu nome ganhar força no mercado na metade final do campeonato.

O Botafogo permanece na 11ª colocação, com 30 pontos, e acumula três jogos sem vitória no Brasileirão. A má fase, agravada pela queda na Sul-Americana e pelo banco de reservas ainda sem dono definitivo, deixa o clima político mais pesado e aumenta a urgência por respostas rápidas em campo e fora dele.

Clássico, duelo direto e um artilheiro em alta

Os próximos compromissos adicionam pressão e oportunidade ao roteiro. No domingo, às 16h, o Botafogo visita o Flamengo no Maracanã. O clássico vale mais do que três pontos: é teste de caráter para um elenco contestado e chance imediata de estancar o desgaste com a torcida.

No mesmo dia, às 11h, o Athletico recebe o Fluminense na Arena da Baixada, em confronto direto na parte de cima da tabela. Uma vitória pode consolidar o time dentro do G-4 e manter o Flamengo ao alcance, enquanto um tropeço reacenderia a disputa pelo bloco de cima.

Viveros chega ao meio da semana não só como artilheiro, mas como símbolo de um Athletico eficiente, capaz de construir vantagem em 12 minutos e sobreviver a mais de 32 mil vozes empurrando o rival. O Botafogo, ao contrário, entra nos dias decisivos de treinamento ainda em busca de um técnico, de um sistema defensivo menos vulnerável e, principalmente, de uma identidade que convença arquibancadas cada vez mais impacientes.

Qual foi o resultado do jogo entre Botafogo e Athletico-PR pelo Brasileirão?

O placar final de Botafogo x Athletico-PR no Nilton Santos foi 3 a 2 para o time paranaense, em duelo válido pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro, com dois gols de Kevin Viveros e um de João Cruz para os visitantes, enquanto Santi Rodríguez marcou os dois gols alvinegros.

Quem marcou os gols na partida entre Botafogo e Athletico-PR?

Os cinco gols de Botafogo x Athletico-PR foram marcados por Kevin Viveros, duas vezes, e João Cruz para o Athletico, enquanto Santi Rodríguez balançou a rede duas vezes para o Botafogo, ambos em jogadas de escanteio no segundo tempo, quando o time carioca pressionava em busca de um empate improvável.

Como ficou a tabela do Brasileirão após Botafogo x Athletico-PR?

Após a vitória por 3 a 2 no Nilton Santos, o Athletico-PR chega a 44 pontos no Brasileirão e fica a apenas um ponto do Flamengo, vice-líder com 45 e um jogo a menos, enquanto o Botafogo permanece com 30 pontos, ocupando a 11ª colocação e ampliando para três o número de partidas sem vencer.

Qual o desempenho de Viveros no jogo entre Botafogo e Athletico-PR?

Kevin Viveros faz atuação decisiva no Nilton Santos ao marcar dois dos três gols do Athletico-PR na vitória por 3 a 2, chegar a 16 gols no Campeonato Brasileiro e assumir a liderança isolada da artilharia, superando Pedro, do Flamengo, além de participar diretamente da pressão inicial que desmonta a defesa do Botafogo.


Esportes
Publicidadeinarticle
Leia também