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Brasil rebate tarifas dos EUA ao etanol com crítica ao protecionismo

09/06/2026 07:13 2 min de leitura

Entidades brasileiras criticam tarifas americanas sobre etanol e destacam proteção dos EUA ao açúcar. Respostas rebatem investigações de práticas comerciais.

Entendimento do atual embate comercial

No dia 3 de junho de 2026, a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) e a Bioenergia Brasil publicam uma nota rejeitando questionamentos do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR). Eles contestam as tarifas aplicadas pelo Brasil ao etanol importado, que seguem normas do Mercosul, não sendo direcionadas exclusivamente aos Estados Unidos.

As entidades destacam ainda que, enquanto os EUA taxam o etanol brasileiro com novas tarifas de 25%, continuam a restringir fortemente a entrada do açúcar nacional. Essa posição é vista como hipócrita devido ao protecionismo já existente no setor de açúcar americano, que limita exportações brasileiras a menos de 1% do mercado dos EUA.

Impactos práticos e estratégicos

A proposta dos Estados Unidos ameaça o setor de bioenergia do Brasil, vital para a transição energética global. As novas tarifas podem prejudicar a competitividade do etanol brasileiro, conhecido por sua eficiência e baixa emissão de carbono.

This context traces back to a July 2025 investigation by the USTR that claimed Brazil’s practices were unfair. This included digital trade and electronic payment services like Pix, intellectual property, and the access dispute over ethanol.

Projeções e o caminho a seguir

A disputa tarifária pode agravar tensões comerciais entre Brasil e EUA, com potencial de impactar futuras negociações bilaterais. A ênfase agora está na via diplomática, com as entidades brasileiras pedindo diálogo para resolver divergências e fortalecer os laços entre as duas nações.

As empresas acreditam que o governo brasileiro conduzirá as negociações com firmeza e competência, protegendo os interesses nacionais em arenas internacionais. Este episódio sublinha a importância da cooperação no setor de energias renováveis para ambos os países.

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