Evandro Mesquita emociona Serginho Groisman no Altas Horas hoje
Evandro Mesquita presta homenagem emocionada a Serginho Groisman no Altas Horas, celebra mais de 40 anos de carreira do apresentador e o faz chorar ao vivo.
Entretenimento
Ator e músico celebra a trajetória do apresentador em momento marcante no programa Altas Horas.
Evandro Mesquita transforma o Altas Horas em palco de homenagem e deixa Serginho Groisman em lágrimas. Ao vivo, o vocalista da Blitz celebra mais de 40 anos de carreira do apresentador e exalta seu jeito de ouvir, acolher e dar espaço a diferentes vozes na TV brasileira.
Texto lido, voz embargada e camiseta da Blitz
No programa exibido na noite de sábado, Serginho, acostumado a ouvir declarações dos convidados, desta vez se torna o homenageado. Entre uma música e outra, Evandro avisa que escreveu um texto para não se perder na emoção e puxa um depoimento longo, direto e carinhoso.
“Até escrevi para não errar: você é um cara superespecial, você sempre fez e faz uma televisão que aprendeu a ouvir”, lê o músico, olhando para o apresentador. Ele lembra que Serginho abre o microfone com curiosidade, chama o público jovem de “garoto” e oferece espaço a artistas iniciantes e consagrados, sem hierarquia.
Evandro destaca que o comunicador não se coloca como professor nem dono da verdade. E resume o espírito da atração, que já passa de 20 anos no ar: “O Altas Horas é vida, música, humor, política, informação, sexo, emoção e, principalmente, gente. A curiosidade é uma coisa que não envelhece. Então, obrigado por ter ensinado a televisão brasileira a saber ouvir. Te amamos, Serginho”.
Enquanto o depoimento avança, o rosto de Serginho muda. O sorriso clássico dá lugar aos olhos marejados, e o estúdio percebe o tom de despedida simbólica, mesmo sem qualquer anúncio de saída. Ao fim da fala, Evandro entrega ao amigo uma camiseta com estampa da Blitz, presente simples que simboliza a cumplicidade de décadas entre palco e plateia.
Quatro décadas de TV e um estilo que molda gerações
A cena ganha peso porque cristaliza em poucos minutos uma trajetória de mais de 40 anos na televisão. Serginho atravessa gerações, primeiro em programas voltados ao público jovem e, desde o início dos anos 2000, à frente do Altas Horas, que mistura entrevistas, debates e apresentações musicais em um palco circular que virou marca registrada.
O formato, que combina plateia participativa com convidados de áreas diversas, se apoia na escuta. No centro do estúdio, Serginho estimula a conversa sobre temas que vão de política a sexo, passando por humor, informação e música. A homenagem de Evandro valoriza esse lugar de mediador curioso, que não se coloca acima dos entrevistados.
A resposta do apresentador confirma essa imagem. Visivelmente emocionado, ele admite que não consegue retribuir o gesto na mesma medida. “Eu nem consigo retribuir, porque a minha alegria, na vida, sempre foi a de estar junto a quem eu admiro e amo. Me sinto muito privilegiado, sou eu quem agradeço e agradeço a quem faz esse programa. Estou emocionado, vou até sair para chorar”, diz, arrancando risos e aplausos da plateia.
O choro contido, porém assumido, reforça a figura humana por trás do comunicador experiente. O homem acostumado a acolher desabafos de artistas e anônimos se deixa, por alguns minutos, ocupar esse lugar de vulnerabilidade diante das câmeras.
Impacto na TV e no público: quando ouvir vira referência
A homenagem tem efeito que vai além da emoção de estúdio. Ao reconhecer ao vivo a importância de Serginho, Evandro ajuda a consolidar a imagem do apresentador como um dos principais nomes do jornalismo cultural e do entretenimento no país. Em tempos de debates rasos e confrontos fabricados, o elogio à escuta ganha contorno de manifesto.
Ao celebrar a curiosidade que “não envelhece”, o músico também reforça a ideia de que formatos baseados em conversa franca seguem relevantes. O Altas Horas se mantém como espaço de encontro entre diferentes gerações, em que um artista veterano pode dividir palco com um estreante e um estudante pode fazer pergunta que muda o rumo da entrevista.
O momento beneficia diretamente o programa, que ganha novo fôlego simbólico depois de mais de duas décadas no ar. A reação calorosa da plateia e a repercussão entre fãs mantêm a atração em evidência e fortalecem a fidelidade do público que acompanha as madrugadas de sábado. Para a TV aberta, o episódio funciona como lembrete de que a conexão emocional, quando verdadeira, ainda é um ativo poderoso.
Nos bastidores da indústria cultural, a cena reforça a valorização de comunicadores veteranos que seguem em atividade. Produtores e diretores percebem que há apetite do público por programas que combinam entretenimento e reflexão, com espaço para temas delicados tratados sem moralismo. Não há um setor diretamente prejudicado, mas a régua sobe: a partir de momentos como esse, cresce a pressão sobre outros apresentadores para que cultivem autenticidade, escuta e respeito no ar.
Legado em construção e próximos capítulos
A homenagem também alimenta outra discussão: como a TV reconhece seus próprios nomes históricos ainda em atividade. Em vez de tributos póstumos ou despedidas apressadas, o gesto de Evandro propõe celebrar carreiras longas enquanto elas seguem em curso, com o protagonista em plena atividade no palco.
Para o Altas Horas, a tendência é que o episódio inspire novas demonstrações de afeto e reconhecimento a Serginho, tanto por parte de convidados quanto da audiência. A cena de um apresentador veterano se emocionando ao vivo, em rede nacional, ajuda a humanizar um formato dominado por entrevistas planejadas e respostas calculadas.
Na prática, o efeito mais duradouro pode aparecer na maneira como outros programas escolhem seus caminhos. A valorização da escuta, da diversidade de vozes e da mistura de temas — de música a política, passando por humor, sexo e emoção — tende a influenciar decisões de pauta e de linguagem. O legado, ainda em construção, se sustenta na mesma ideia que guiou o depoimento de Evandro: curiosidade não tem prazo de validade.
Por que Serginho Groisman se emocionou no Altas Horas?
Serginho Groisman se emociona no Altas Horas ao ouvir um depoimento surpresa de Evandro Mesquita, que, ao vivo, exalta seus mais de 40 anos de carreira, sua forma de ouvir convidados e sua contribuição para a TV brasileira, encerrando com um agradecimento por ter “ensinado a televisão brasileira a saber ouvir”.
Qual foi o depoimento de Evandro Mesquita que emocionou Serginho Groisman?
O depoimento de Evandro Mesquita inclui elogios diretos a Serginho Groisman, chamando-o de “cara superespecial”, destacando que ele faz “uma televisão que aprendeu a ouvir”, dá voz a jovens e consagrados, não posa de professor nem dono da verdade e agradecendo por ter ensinado a televisão brasileira a ouvir, encerrando com “Te amamos, Serginho”.
Quando foi exibido o programa Altas Horas com a homenagem a Serginho Groisman?
O programa Altas Horas com a homenagem de Evandro Mesquita a Serginho Groisman é exibido ao vivo na noite de sábado, 3 de outubro de 2026, em edição que celebra mais de 20 anos da atração no ar e mais de 40 anos de trajetória do apresentador na televisão brasileira, diante de plateia e convidados.
Quem são os convidados do Altas Horas do dia em que Serginho Groisman se emocionou?
Os convidados do Altas Horas no dia em que Serginho Groisman se emociona com a homenagem de Evandro Mesquita não são detalhados publicamente nos materiais disponíveis, que se concentram na cena entre o apresentador e o vocalista da Blitz e não trazem a lista de participantes daquela edição específica.


