Famosos compartilham ‘coisas que acho chique’ nas redes sociais
Celebridades brasileiras aderem à tendência ‘coisas que acho chique’, compartilhando hábitos elegantes no Instagram, em agosto de 2026.
Tendência que reflete autenticidade
A nova moda nas redes sociais, marcada pela hashtag ‘coisas que acho chique’, ganha força ao valorizar a liberdade de expressão de gostos e atitudes dos famosos. A atriz Camila Pitanga, por exemplo, expõe a elegância em frequentar o teatro e ser livre para amar, enquanto Lívia Aragão destaca a importância de cuidar da saúde e ser fiel à própria essência.
Essa tendência não apenas revela preferências pessoais, mas também promove um diálogo sobre o que realmente significa ser chique no cotidiano. Os internautas, inspirados pelas postagens, enxergam a oportunidade de expressar seus gostos sem o temor de julgamentos alheios.
Impacto positivo nas redes
O movimento gera um impacto considerável ao estimular a autoconfiança e a autoestima entre seguidores das celebridades. As mensagens promovem uma reflexão sobre valores como respeito e integridade. Fabiana Karla sugere que cumprimentar todos, independentemente de classe social, é uma demonstração de elegância. Regiane Alves completa dizendo que é refinado elogiar as pessoas pelas costas.
Bianca Andrade, a influenciadora Boca Rosa, também participa, aceitando a crítica sobre estar excessivamente maquiada e defendendo a divisão igualitária da conta em refeições como um gesto de compartilhamento do momento.
Próximos passos da tendência
É esperado que essa trend se espalhe ainda mais, incentivando tanto anônimos quanto famosos a definir e compartilhar suas versões de elegância. Essa mudança pode impulsionar uma nova era de autenticidade nas redes, onde campanhas publicitárias e marcas busquem retratar verdadeiramente a diversidade de opiniões e estilos. A discussão pode enriquecer valores como a honestidade e o respeito às individualidades em ambientes online e offline.
O desafio será manter essa autenticidade em meio à volatilidade das redes sociais, contudo, o surgimento de novas vozes pode fortalecer uma cultura digital mais rica e humana.


