Flávio Bolsonaro desmente rumor sobre Padroeira do Brasil
Flávio Bolsonaro refuta boatos sobre a retirada do título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida, em meio a tensões políticas e religiosas.
Esclarecendo os Fatos
Nas últimas 24 horas, a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) enfrentou a disseminação de uma fake news que afirmava que ele, se eleito, retiraria o título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida. O boato rapidamente se tornou munição para seus opositores e gerou uma onda de indignação entre católicos. “Isso é uma grande mentira, não tem pé nem cabeça, não existe esse projeto”, declarou Flávio em vídeo oficial.
Diante do impacto imediato nas redes sociais, com 37% das mensagens acreditando no rumor, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), através do ministro André Mendonça, ordenou a remoção das publicações enganosas. “A informação é notoriamente inverídica”, destacou Mendonça, impondo medidas rigorosas para apagar o conteúdo.
Impacto e Repercussões
O falso relato inflamou rivalidades históricas entre grupos religiosos, acentuando tensões entre católicos e evangélicos. A repercussão negativa mobilizou figuras como o vice-presidente Geraldo Alckmin e a primeira-dama Janja, que usaram as redes para defender os valores tradicionais católicos contra o que consideram ataques desinformados. O episódio expõe novos desafios em uma sociedade cada vez mais conectada e polarizada.
Parte da narrativa falsa apoiou-se no eco de um projeto arquivado há quase duas décadas por Victorio Galli, ex-aliado de Jair Bolsonaro. Apesar dessas explicações, memes e montagens continuaram a circular, provocando danos à campanha de Flávio.
Próximos Passos
Com as eleições se aproximando, a equipe de Flávio Bolsonaro busca minimizar o impacto da fake news. Advogados da campanha iniciaram ações para investigar a origem dos boatos e pedir que a Procuradoria-Geral Eleitoral atue em defesa da integridade eleitoral. Mendonça alertou os responsáveis por compartilhar informações falsas, estabelecendo uma multa diária de R$ 50 mil por descumprimento.
Apesar das turbulências, a campanha de Bolsonaro afirma que a resposta rápida ajudou a conter danos maiores, enquanto as redes sociais e o próprio TSE permanecem vigilantes contra novas desinformações emergentes.


