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Que horas começa a votação nas Eleições 2026 e uso da colinha

Urnas abrem às 8h e fecham às 17h nas Eleições 2026. Entenda horário de votação, ordem dos cargos, uso da biometria e da colinha eleitoral passo a passo.

04/10/2026 07:00 6 min de leitura
Que horas começa a votação nas Eleições 2026 e uso da colinha
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Eleições 2026

Saiba o horário de funcionamento das urnas e as regras para o uso da colinha nas próximas eleições.

Eleitoras e eleitores brasileiros vão às urnas com regras claras sobre horário, identificação e ordem de votação nas Eleições 2026. As urnas eletrônicas funcionam das 8h às 17h, com biometria para confirmar a identidade e uso liberado da colinha eleitoral para quem prefere levar os números anotados.

Horário da votação e documentos obrigatórios

O período oficial de votação começa às 8h e termina às 17h em todo o território nacional. A orientação da Justiça Eleitoral é que o eleitor chegue com antecedência, especialmente em grandes cidades, para evitar filas perto do fechamento, quando a seção ainda atende quem já está dentro do local de votação.

Na entrada da seção, o mesário confere o nome do eleitor na lista e pede um documento oficial com foto. Valem carteira de identidade, carteira de motorista, passaporte ou carteira de trabalho, entre outros. O título de eleitor não é obrigatório para votar, mas facilita localizar a seção correta.

Quem chega depois das 17h e ainda não entrou no local de votação não pode votar. O horário de encerramento vale para todo o país, sem diferenciação entre estados, o que exige atenção especial de quem costuma deixar o voto para o fim do dia.

Biometria: regra geral e exceções

A identificação biométrica é parte central do processo. A Justiça Eleitoral reforça que “a biometria passou a fazer parte da rotina de identificação nas eleições brasileiras” e hoje está disponível em todas as seções. Depois de apresentar o documento, o eleitor posiciona o dedo no leitor acoplado à urna para confirmar a identidade.

Quem já tem a digital cadastrada precisa usar a biometria. O sistema confere se a impressão corresponde ao cadastro daquele título e só então libera a votação. Em muitos locais, o reconhecimento leva poucos segundos e ajuda a agilizar o fluxo nas seções.

Se a digital não for reconhecida após algumas tentativas, ou se o eleitor ainda não tiver biometria cadastrada, o voto continua garantido. Nesses casos, o mesário faz a conferência manual da identidade, comparando o documento com o cadastro, e autoriza a liberação da urna, registrando a ocorrência na ata da seção.

Ordem de votação e passo a passo na urna

A votação segue uma sequência pré-definida de cargos, que começa pelos postos majoritários e avança para os proporcionais. Na prática, o eleitor encontra primeiro a tela do cargo mais alto da disputa nacional, depois os cargos estaduais e, por fim, os de representação no Legislativo.

Em cada tela, a urna solicita a digitação do número do candidato ou da candidata. A máquina exibe foto, nome e partido, permitindo a conferência visual antes da confirmação. Se o eleitor digitar um número inexistente, aparece a indicação de voto nulo. Se preferir votar em branco, basta apertar a tecla branca dedicada.

Ao final de cada escolha, o botão verde confirma o voto e a urna segue automaticamente para o próximo cargo. O eleitor deve aguardar até o som característico ao final da votação, que indica que todos os votos foram registrados e a sessão se encerra com sucesso.

Colinha eleitoral 2026: como usar sem erro

Para reduzir dúvidas diante de tantas telas, a Justiça Eleitoral incentiva o uso da colinha eleitoral 2026. Trata-se de um papel, físico ou impresso em casa, onde o eleitor anota os números dos candidatos escolhidos para cada cargo antes de sair de casa.

A colinha pode ser levada para a cabine e consultada discretamente durante a votação. O material ajuda a evitar erros de digitação e diminui o tempo de permanência na frente da urna, o que contribui para filas menores ao longo do dia.

Não é permitido o uso de celular, tablet ou qualquer equipamento eletrônico na cabine. O eleitor deve guardar o aparelho antes de votar. Por isso, quem optar por uma versão digital da colinha precisa imprimi-la ou transcrever os números para um papel simples.

Ausência, justificativa e impacto na organização

Quem não consegue comparecer à seção em que está inscrito pode justificar a ausência para não sofrer penalidades. A justificativa pode ser feita no dia da eleição, em local de votação diferente, ou por aplicativo e canais oficiais dentro do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral, usando dados pessoais e informações do título.

A consolidação do modelo com urnas abertas das 8h às 17h, biometria obrigatória para quem já está cadastrado e autorização explícita para a colinha cria um ambiente de maior previsibilidade. Eleitores sabem o que esperar e mesários recebem orientações padronizadas, o que reduz margem para conflito e interpretações divergentes.

A Justiça Eleitoral e os Tribunais Regionais intensificam campanhas informativas na televisão, rádio e redes sociais para detalhar horário de votação, necessidade de levar documento com foto, importância da biometria e funcionamento da colinha. O objetivo é diminuir erros na cabine, reduzir abstenções e reforçar a confiança nas regras do jogo democrático.

Com o primeiro turno em curso, a expectativa é que o conjunto dessas medidas se traduza em votação mais rápida, filas mais curtas e menos votos anulados por engano. A forma como o eleitor se adapta hoje a essas orientações deve influenciar diretamente a organização do segundo turno e servir de base para ajustes nas próximas eleições gerais.

Que horas começa e termina a votação eleitoral?

Nas Eleições 2026, a votação começa às 8h e termina às 17h em todo o Brasil, com as urnas eletrônicas sendo abertas nesse horário e fechadas ao fim do período. Quem estiver dentro do local até as 17h ainda vota; quem chegar depois, mesmo por poucos minutos, não é atendido.

Como funciona a ordem de votação em 2026?

Nas Eleições 2026, a ordem de votação começa pelos cargos majoritários de nível nacional e estadual e segue para os cargos proporcionais, sempre em telas sucessivas na urna eletrônica. Em cada etapa, o eleitor digita o número, confere foto e nome, e confirma antes de passar ao próximo cargo.

Posso votar sem biometria cadastrada?

Nas Eleições 2026, o eleitor sem biometria cadastrada ou com digital não reconhecida ainda pode votar, desde que apresente documento oficial com foto e tenha os dados conferidos pelo mesário. A urna é liberada manualmente nesses casos, com registro em ata, sem impedir o exercício do direito de voto.

Como usar a colinha eleitoral 2026 corretamente?

Na colinha eleitoral 2026, o eleitor anota em papel simples os números dos candidatos para cada cargo e leva o material dobrado até a cabine, consultando-o durante a votação. O uso é autorizado pela Justiça Eleitoral, ajuda a evitar erros de digitação e não substitui o documento oficial com foto exigido na identificação.


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