Renan Santos defende ‘desfavelizar’ como política social crucial
Em entrevista à CNN em 31 de julho de 2026, Renan Santos afirma que a prioridade social é “desfavelizar” o Brasil.
Uma nova visão para a política social
Renan Santos, candidato à Presidência do Brasil, propõe que a reforma urbana das favelas seja a principal estratégia social para o país. Ele destaca que esses locais sintetizam problemas críticos como a gravidez na adolescência e o domínio do crime organizado devido, principalmente, à ausência de políticas estruturais eficazes. Santos salienta que a habitação nunca é vista como política social, mas deveria ser o foco principal do governo.
“Muita gente diz que eu defendo Estado mínimo. Mas acredito que, nesses locais, o Estado deve ser ativo e presente. As favelas atualmente não garantem cidadania plena aos moradores, apenas deveres sem direitos”, afirma Santos com convicção.
Impacto nas comunidades periféricas
A proposta de Santos inclui concessão de títulos de propriedade, melhorias urbanas e criação de empregos locais. Ao garantir títulos de propriedade, os moradores ganham segurança jurídica, facilitando acesso a crédito. Urbanizar as favelas pode trazer saneamento básico adequado, diminuindo a propagação de doenças e combatendo a exclusão social. Além disso, a geração de empregos locais reduziria deslocamentos, fortalecendo a economia interna das favelas.
Essas medidas visam diretamente a redução da gravidez precoce e a oferta de alternativas ao crime organizado, promovendo maior segurança e bem-estar.
Próximos passos e expectativas
Implementar essa visão exige intervenção estatal direta e integração de políticas intersetoriais. Santos espera que a iniciativa inspire novos programas governamentais, impulsionando o debate sobre direitos fundamentais nas periferias. Ele confia que suas propostas podem atrair eleitores jovens em busca de mudanças concretas e sustentáveis.
O Brasil observa como essas promessas se traduzirão em ações efetivas caso Santos alcance a Presidência, abrindo espaço para que outros candidatos considerem políticas semelhantes.


