Transparência — parte do conteúdo deste portal é produzida por inteligência artificial (WireDesk) e pode conter imprecisões; confira temas sensíveis em fontes oficiais. Política editorial →
powered by WireDesk ao vivo
Mercados
S&P 5007.743▲ 0,51%Nasdaq27.069▲ 0,48%Dow Jones51.829▲ 0,93%Ibovespa183.477▼ 0,27%FTSE 10010.695▲ 0,14%DAX25.409▲ 0,56%Nikkei66.364▲ 1,30%S&P 5007.743▲ 0,51%Nasdaq27.069▲ 0,48%Dow Jones51.829▲ 0,93%Ibovespa183.477▼ 0,27%FTSE 10010.695▲ 0,14%DAX25.409▲ 0,56%Nikkei66.364▲ 1,30%
Entretenimento

Zezé Di Camargo faz ato político em homenagem a Rick Sollo em MT

Em show em Cáceres (MT), Zezé Di Camargo homenageia Rick Sollo e associa “lado direito de Deus” a desejo de ver o Brasil “totalmente do lado direito”, gerando reação imediata.

27/09/2026 13:01 8 min de leitura
Zezé Di Camargo faz ato político em homenagem a Rick Sollo em MT
Transparência Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e pode conter imprecisões. Confira temas sensíveis em fontes oficiais. Política editorial →

Entretenimento

Zezé Di Camargo presta homenagem a Rick Sollo durante show em Cáceres, gerando repercussão por declarações políticas.

Zezé Di Camargo transforma a homenagem ao amigo Rick Sollo, em um show em Cáceres (MT), em declaração política ao dizer que espera ver o Brasil “totalmente do lado direito”. O tributo ocorre três dias após a morte do cantor, de 59 anos, em um acidente de helicóptero que matou cinco pessoas em Santa Catarina.

Show em Cáceres mistura luto e posicionamento

O sertanejo sobe ao palco em uma exposição agropecuária em Cáceres com o luto ainda fresco. Horas antes, cruza o país para se despedir de Rick no velório em Sorocaba, no interior paulista. Ele conta à plateia que refez a rota para cumprir um “compromisso do coração”.

“Mudei a minha logística para chegar aqui hoje, porque eu tinha um compromisso com o meu coração, que era passar para fazer a despedida de um grande amigo meu da música”, afirma, diante de um público emocionado. A fala abre espaço para uma homenagem carregada de religiosidade — e, em seguida, de política.

Em tom de prece, Zezé exalta o parceiro de longa data de Renner, com quem Rick constrói uma carreira de cerca de 40 anos e assina mais de 660 músicas. “Que Deus o tenha muito, do seu lado direito. O lado direito é que ficam as coisas boas. É o lado direito que é bom ou não é? O Rick está ao lado direito de Deus e eu espero que o Brasil logo, logo esteja totalmente do lado direito”, diz o cantor, sob aplausos de parte do público.

Acidente na Serra Catarinense e comoção no sertanejo

Rick Sollo morre aos 59 anos em um acidente de helicóptero na Serra Catarinense. A aeronave, modelo Bell 430, prefixo PP-MGR, decola de Porto Belo rumo a São Joaquim e perde contato no trajeto. Os destroços surgem em uma área de mata em Urubici após buscas do Corpo de Bombeiros, Força Aérea Brasileira e Polícia Militar de Santa Catarina.

As cinco pessoas a bordo, entre elas o empresário Bruno Avelar, não sobrevivem. A notícia choca o meio sertanejo e fãs de diferentes gerações. A despedida em Sorocaba reúne familiares, amigos próximos e artistas que conviveram com Rick, figura discreta fora do palco, mas central na história do gênero.

O impacto é proporcional à trajetória do compositor, que ajuda a moldar o sertanejo romântico em sucessos cantados em rodeios, programas de TV e festas de interior. A morte súbita em um voo de rotina reforça a sensação de fatalidade e acentua a expectativa de que homenagens privilegiem a memória artística e humana do cantor.

Do “lado direito de Deus” ao debate eleitoral

No palco em Mato Grosso, o discurso de Zezé rapidamente deixa o terreno do consolo religioso e pisa na arena política. Em outro trecho, ele explicita a metáfora: “Que Deus o tenha bem do lado direito. É do lado direito que ficam as coisas boas. Apesar do Brasil estar do lado esquerdo, quando você fala que uma pessoa é do bem, diz que é uma pessoa direita. O Rick está do lado direito de Deus. Eu espero que o Brasil, logo, logo, também esteja totalmente do lado direito”.

A frase, gravada em vídeo por fãs, corre pelas redes sociais. O comentário ocorre às vésperas das eleições deste ano, em um ambiente já tensionado por disputas entre campos ideológicos e pela presença crescente de artistas sertanejos em palanques, lives e campanhas.

Zezé não esconde há anos sua disposição de se posicionar. Já circula por campanhas de nomes de diferentes espectros e critica publicamente o governo em momentos específicos. A homenagem a Rick, porém, inaugura uma camada mais sensível: leva um bordão político para dentro de um ritual coletivo de luto, diante de uma plateia que ainda digere a tragédia.

Reação imediata nas redes e desconforto entre fãs

As imagens do show em Cáceres alimentam uma divisão instantânea. Em comentários, parte do público acusa o cantor de usar a morte do amigo como gancho para fazer campanha informal. “Falta de respeito, misturar a morte do cara com política”, escreve um internauta, em síntese do incômodo de quem esperava apenas um tributo.

Outros seguidores celebram a coragem do artista em reafirmar a associação entre “direita” e “pessoa de bem” justamente em um momento de comoção nacional. Para esse grupo, o gesto reforça a ideia de que figuras públicas alinhadas ao campo conservador não recuam mesmo sob críticas.

Nos bastidores, o clima também é ambíguo. Amigos e familiares de Rick se emocionam com a lembrança do companheiro de estrada, mas a inserção de um recado político em meio à reverência ao morto causa desconforto. A família tenta preservar a imagem do artista como compositor prolífico e parceiro leal, distante da polarização que domina o debate público.

Artistas sertanejos e o custo da polarização

O episódio em Cáceres reforça a aproximação entre parte do sertanejo e a política institucional. Shows viram palcos para recados, acenos a candidatos e antecipação de discursos que orbitam a eleição. Ao acoplar o destino do Brasil ao “lado direito de Deus”, Zezé amplia essa tendência e personifica o choque entre devoção religiosa, nostalgia e disputa eleitoral.

O setor sertanejo, que movimenta milhões em cachês, patrocínios e eventos, sente o peso da divisão. Produtores temem boicotes regionais, enquanto artistas se veem pressionados a declarar lado ou, ao contrário, a manter silêncio para não perder público. A fala de Zezé tende a ser usada por campanhas como símbolo de apoio, mesmo sem um endosso explícito a nomes.

Nas redes, a polêmica alimenta debates sobre limites do discurso político em momentos de dor. A fronteira entre homenagem sincera e oportunismo passa a ser discutida por fãs, analistas e colegas de profissão. O risco para Zezé é claro: ganhar aplausos em um campo do eleitorado enquanto afasta quem enxerga na política um intruso em despedidas públicas.

Ao mesmo tempo, o episódio recoloca Rick Sollo no centro das conversas não apenas pela maneira trágica como morre, mas pela dimensão de sua obra. Entre mensagens de indignação com o teor político do discurso, multiplicam-se relatos de fãs sobre como suas músicas embalaram casamentos, separações e viagens de estrada.

A janela eleitoral pressiona todos os envolvidos a responder. Zezé pode ter de voltar ao tema para explicar o contexto da fala e tentar separar, ao menos em parte, o luto da disputa partidária. A família de Rick e sua equipe artística, por sua vez, buscam blindar a memória do cantor, reafirmando seu legado além da tempestade política do momento.

O que Zezé Di Camargo disse sobre Rick durante o show em MT?

Zezé Di Camargo afirmou em Cáceres (MT) que Rick Sollo “está do lado direito de Deus”, dizendo que “é do lado direito que ficam as coisas boas” e emendou que espera ver o Brasil “logo, logo totalmente do lado direito”, em um discurso que misturou homenagem religiosa e mensagem política.

Por que Zezé Di Camargo foi criticado nas redes sociais após homenagem a Rick?

Zezé Di Camargo é criticado porque, durante a homenagem a Rick Sollo, associou o “lado direito de Deus” a um desejo de que o Brasil esteja “totalmente do lado direito”, levando internautas a acusá-lo de usar a morte do amigo e um momento de luto coletivo para fazer declaração política em plena véspera eleitoral.

Como Zezé Di Camargo relacionou a morte de Rick com política e as eleições de 2026?

Zezé Di Camargo relacionou a morte de Rick Sollo com política ao dizer que o amigo está “do lado direito de Deus” e, em seguida, declarar que espera que o Brasil esteja “logo, logo totalmente do lado direito”, frase interpretada como aceno explícito ao campo conservador em um contexto de eleições nacionais acirradas neste ano.

Qual foi a reação do público à declaração política de Zezé Di Camargo usando a morte de Rick?

A reação do público se divide entre críticas duras e manifestações de apoio: muitos fãs chamam a fala de “falta de respeito” por misturar luto e política, enquanto simpatizantes do posicionamento de direita elogiam a coragem de Zezé Di Camargo, transformando a homenagem em novo foco de polarização nas redes sociais e no meio sertanejo.

O que Zezé Di Camargo quis dizer ao falar que Rick está “do lado direito de Deus”?

Zezé Di Camargo usa a expressão “lado direito de Deus” para ligar Rick Sollo à ideia de bondade e retidão, dizendo que “é do lado direito que ficam as coisas boas” e lembrando que se chama uma pessoa de bem de “pessoa direita”, argumento que ele estende à política ao desejar o Brasil “totalmente do lado direito”.

Qual foi o contexto da homenagem de Zezé Di Camargo a Rick durante o show em Mato Grosso?

A homenagem ocorre em show de Zezé Di Camargo em Cáceres (MT), três dias após o acidente de helicóptero que matou Rick Sollo e outras quatro pessoas; o cantor vai antes ao velório em Sorocaba, altera sua logística para se despedir do amigo e, no palco, faz um discurso emocionado que evolui para declaração política filmada pelo público.


Entretenimento
Publicidadeinarticle
Leia também