Transparência — parte do conteúdo deste portal é produzida por inteligência artificial (WireDesk) e pode conter imprecisões; confira temas sensíveis em fontes oficiais. Política editorial →
powered by WireDesk ao vivo
Mercados
S&P 5007.706▼ 0,75%Nasdaq26.936▼ 1,13%Dow Jones51.512▼ 0,68%Ibovespa185.814▼ 0,86%FTSE 10010.705▼ 0,03%DAX25.411▼ 0,66%Nikkei65.647▲ 0,97%S&P 5007.706▼ 0,75%Nasdaq26.936▼ 1,13%Dow Jones51.512▼ 0,68%Ibovespa185.814▼ 0,86%FTSE 10010.705▼ 0,03%DAX25.411▼ 0,66%Nikkei65.647▲ 0,97%
Entretenimento

Presley Gerber morre aos 27 em clínica de reabilitação em LA

Modelo e filho de Cindy Crawford, Presley Gerber morre aos 27 anos durante internação em clínica de reabilitação em Los Angeles. Família pede privacidade e reacende debate sobre saúde mental.

21/09/2026 09:01 8 min de leitura
Presley Gerber morre aos 27 em clínica de reabilitação em LA
Transparência Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e pode conter imprecisões. Confira temas sensíveis em fontes oficiais. Política editorial →

Entretenimento

Filho da supermodelo Cindy Crawford falece durante tratamento, reacendendo discussões sobre saúde mental.

O modelo Presley Gerber, filho de Cindy Crawford e do empresário Rande Gerber, morre aos 27 anos enquanto está internado em uma clínica de reabilitação em Los Angeles. A família confirma a morte e mantém em sigilo a causa, que ainda não é divulgada pelas autoridades.

Clínica, sigilo e apelo por privacidade

Presley está em tratamento para dependência química quando morre neste domingo, 20, em uma unidade especializada na recuperação de adictos. Registros do Instituto Médico-Legal do Condado de Los Angeles confirmam a morte, mas não trazem, por ora, detalhes sobre o que aconteceu dentro da clínica.

Representante da família, Allie Jenkins, resume o momento em uma frase. “A família pede privacidade durante este momento muito difícil e doloroso”, afirma, em nome de Cindy Crawford e Rande Gerber. A orientação é clara: luto em silêncio, longe da exposição que sempre acompanhou o sobrenome Gerber.

A ausência de uma causa oficial de morte freia especulações públicas, mas não impede que a trajetória recente de Presley seja lembrada. O modelo fala abertamente sobre saúde mental, depressão, crises de pânico e uso de drogas, e transforma a própria experiência em tentativa de alerta a outros jovens.

De herdeiro da passarela a voz sobre saúde mental

Filho da supermodelo que marcou os anos 80 e 90, Presley entra na moda ainda adolescente. Começa a trabalhar aos 15 anos, quando assina com a IMG Models, e rapidamente passa a circular entre as grandes grifes internacionais. Desfila para marcas como Moschino, Burberry, Dolce & Gabbana e Bottega Veneta.

A carreira ganha visibilidade extra quando ele e a mãe estrelam juntos um comercial de refrigerante exibido no intervalo do Super Bowl, em 2018, retomando um ícone da publicidade protagonizado por Cindy décadas antes. No mesmo período, ele e a irmã Kaia Gerber posam para campanhas da Calvin Klein, alimentando a imagem de dinastia da moda.

A biografia, porém, incorpora cedo um capítulo de turbulência. Em 2019, Presley é preso por dirigir sob influência de álcool e cumpre três anos de liberdade condicional. O episódio marca o início de uma exposição pública mais dura sobre seus excessos, mas também abre espaço para que ele comece a falar de forma mais transparente sobre o que enfrenta.

Luta contra depressão, pânico e dependência

Nos últimos anos, Presley passa a usar entrevistas e redes sociais para detalhar a rotina de tratamento. Admite crises de pânico, depressão e a dificuldade de lidar com a dependência química em um ambiente de fama, dinheiro e pressão estética.

Em entrevista ao podcast Studio 22, em 2023, ele tenta transformar dor em propósito. “Tendo lutado contra problemas de saúde mental, depressão e outras coisas que vêm junto com isso, se eu ajudar uma pessoa ou cem pessoas a saírem do lugar em que eu estive na minha vida, é tudo o que preciso fazer”, diz o modelo, ao explicar por que decide falar abertamente sobre o tema.

A partir de 2025, Presley cria a série “Mental Health Mondays”, nas redes, dedicada a discutir saúde mental de forma direta, sem eufemismos. Os vídeos abordam recaídas, vergonha, culpa e a sensação de isolamento. Ele descreve a recuperação como um trabalho “24 horas por dia, 7 dias por semana”, numa tentativa de desmontar a ideia de solução rápida para doenças complexas.

Família unida, dor pública

O núcleo formado por Cindy, Rande, Kaia e Presley é retratado com frequência como uma família próxima, que viaja junto e se apoia profissionalmente. O próprio Presley reforça essa imagem em entrevistas. “Somos uma família unida, especialmente eu e minha irmã, isso é muito bacana”, diz, ao falar sobre a rotina de dividir campanhas e passarelas com Kaia.

Essa união também é posta à prova pela dependência química. Kaia, modelo e atriz, admite em entrevista recente à edição americana da Vogue que o vício do irmão toma conta da dinâmica familiar. “Quando algo assim acontece em uma família, acaba afetando a todos”, afirma, ao comentar o impacto emocional da doença.

No último aniversário de Presley, em julho, Cindy Crawford publica fotos de infância do filho e declara o orgulho pelo adulto que ele se torna, mesmo em meio às dificuldades. “Estou tão orgulhosa do homem que você se tornou, mas sempre te verei como meu menininho! Te amo”, escreve a supermodelo, em mensagem que hoje ganha contornos de despedida precoce.

Pressão da fama e debate sobre saúde mental

A morte de Presley escancara a distância entre a imagem glamourosa da indústria da moda e a realidade de jovens que crescem sob holofotes. O caso expõe que dinheiro, fama e acesso a tratamentos de ponta não blindam contra depressão, ansiedade ou dependência de substâncias.

No meio da moda e do entretenimento, a perda de um modelo de 27 anos em plena reabilitação funciona como alerta. Profissionais e agências são pressionados, cada vez mais, a oferecer suporte psicológico, orientar sobre uso de drogas e estabelecer limites em rotinas marcadas por viagens constantes, cobrança estética e exposição nas redes.

Para o público, a história de Presley serve como espelho incômodo. A narrativa do “filho de supermodelo” que tem tudo e ainda assim sofre desmonta a ideia de que doenças mentais são apenas consequência de carência material. A tragédia amplia o debate sobre estigma, acesso a tratamento e o papel da mídia ao cobrir casos de sofrimento psíquico.

O que vem depois da perda

Enquanto a família se recolhe, a expectativa recai sobre os próximos passos das investigações e possíveis homenagens públicas. Exames médicos devem apontar, nas próximas semanas, a causa oficial da morte, ainda mantida em sigilo pelas autoridades e pelos parentes.

No mundo da moda, amigos e colegas já discutem tributos em desfiles e campanhas, com foco em saúde mental. A trajetória recente de Presley, que tenta usar a própria história para ajudar outros, abre espaço para que seu nome se torne símbolo de ações de prevenção ao suicídio, combate ao abuso de substâncias e apoio emocional a jovens artistas.

Entre os mais próximos, a aposta é que Kaia Gerber, que já fala sobre o tema, assuma um papel ainda mais ativo na conscientização sobre vícios e transtornos mentais. A família, ao transformar luto em mobilização, pode ganhar voz relevante em iniciativas que pressionem por mais recursos e políticas de cuidado em setores que vivem de imagem, mas lidam diariamente com fragilidades invisíveis.

Quem foi Presley Gerber, filho de Cindy Crawford?

Presley Gerber, 27 anos, foi modelo e filho da supermodelo Cindy Crawford com o empresário Rande Gerber, iniciando a carreira aos 15 anos e trabalhando para marcas como Moschino, Burberry, Dolce & Gabbana, Bottega Veneta e Calvin Klein, além de estrelar com a mãe um comercial exibido no Super Bowl.

O que aconteceu com Presley Gerber na clínica de reabilitação?

Presley Gerber, 27 anos, morre neste domingo, 20, enquanto está internado em uma clínica de reabilitação em Los Angeles, dedicada ao tratamento de dependência química; ele buscava ajuda para problemas de saúde mental e uso de drogas, e a causa exata da morte ainda não é divulgada pelo Instituto Médico-Legal.

Como Cindy Crawford está lidando com a morte do filho Presley Gerber?

Cindy Crawford, mãe de Presley Gerber, lida com a morte do filho em luto reservado, representada pela porta-voz Allie Jenkins, que pede privacidade absoluta para a família neste momento “muito difícil e doloroso”, enquanto antigas declarações de carinho da modelo nas redes sociais reaparecem como registros públicos de afeto e orgulho.

Quantos filhos Cindy Crawford tem e quem são eles?

Cindy Crawford tem dois filhos: Presley Gerber, modelo que morre aos 27 anos durante internação em clínica de reabilitação em Los Angeles, e Kaia Gerber, modelo e atriz de projeção internacional, que recentemente comenta o impacto da dependência do irmão na família em entrevista à edição americana da revista Vogue.

Qual era a luta de Presley Gerber contra o vício?

Presley Gerber enfrenta por anos dependência química associada a depressão e crises de pânico, chega a ser preso por dirigir alcoolizado em 2019, fala abertamente sobre recaídas e tratamento em entrevistas e redes sociais, e cria em 2025 a série “Mental Health Mondays” para discutir saúde mental e incentivar outras pessoas a buscar ajuda.

Como a família de Cindy Crawford se manifestou após a morte de Presley Gerber?

A família de Cindy Crawford, por meio da representante Allie Jenkins, reage à morte de Presley Gerber pedindo “privacidade durante este momento muito difícil e doloroso”, optando por não comentar a causa da morte; Kaia e Cindy mantêm silêncio público, enquanto depoimentos anteriores sobre união familiar e apoio mútuo ganham novo peso.


Entretenimento
Publicidadeinarticle
Leia também