Transparência — parte do conteúdo deste portal é produzida por inteligência artificial (WireDesk) e pode conter imprecisões; confira temas sensíveis em fontes oficiais. Política editorial →
powered by WireDesk ao vivo
Mercados
S&P 5007.743▲ 0,51%Nasdaq27.069▲ 0,48%Dow Jones51.829▲ 0,93%Ibovespa183.477▼ 0,27%FTSE 10010.724▲ 0,27%DAX25.378▼ 0,12%Nikkei65.878▼ 0,73%S&P 5007.743▲ 0,51%Nasdaq27.069▲ 0,48%Dow Jones51.829▲ 0,93%Ibovespa183.477▼ 0,27%FTSE 10010.724▲ 0,27%DAX25.378▼ 0,12%Nikkei65.878▼ 0,73%
Mundo

Medida provisória encerra acordo entre ANJL e Sportradar

28/09/2026 06:01 2 min de leitura
Transparência Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e pode conter imprecisões. Confira temas sensíveis em fontes oficiais. Política editorial →

A ANJL rompe contrato com Sportradar após medida provisória que proíbe apostas esportivas no Brasil, assinada em 25 de setembro de 2026. A decisão, impulsionada por iniciativa do governo Lula, marca um ponto crítico no debate sobre o impacto das apostas no país.

Impacto imediato e razões da decisão

A medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva interrompe o funcionamento de casas de apostas esportivas, um mercado em plena expansão no Brasil. Em resposta, a Associação Nacional de Jogos de Loteria (ANJL) decidiu encerrar o contrato com a empresa Sportradar, responsável por plataformas de monitoramento e denúncia de manipulações de resultados.

Plínio Lemos Jorge, presidente da ANJL, lamenta a decisão: “Perdem o esporte, os atletas e também os apostadores, que migrarão para plataformas ilegais e ainda estarão sujeitos a resultados manipulados.” A ANJL destaca que a interrupção das plataformas educativas compromete a integridade esportiva ao eliminar ferramentas de educação e denúncia.

Implicações e preocupações de especialistas

Especialistas alertam para a insegurança jurídica que a medida provoca, podendo desencadear um aumento significativo no mercado ilegal de apostas. Sem regulação, os riscos de manipulação crescem, assim como a cooptação de atletas por esquemas ilícitos. “Essa preocupação era permanente nas empresas legalizadas. Trata-se de um efeito nefasto de um ato repentino e inconsequente do Executivo”, afirma Plínio.

Com a interrupção das casas de apostas, o governo anuncia também a proibição de cassinos online, além do envio ao Congresso de um projeto de lei que endurece as regras contra o mercado ilegal. A MP estabelece, a partir de 6 de outubro, o fim das operações e patrocínios relacionados a apostas esportivas.

O futuro do setor e os próximos passos

A medida do governo Lula levanta questões sobre o futuro do setor de apostas esportivas no Brasil. Com a proibição, aumentam as preocupações quanto à arrecadação e à fiscalização das apostas, obrigando o governo a buscar novas formas de mitigar o impacto fiscal e social.

A ANJL e outros atores do setor aguardam com expectativa os debates no Congresso sobre o novo projeto de lei, que poderá definir o caminho para uma eventual regulamentação futura, em um contexto de maior segurança jurídica e proteção aos envolvidos.

Mundo
Publicidadeinarticle
Leia também