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Brusque vence o Paysandu no Mangueirão e abre vantagem

Brusque faz 2 a 1 no Paysandu no Mangueirão pela estreia do quadrangular da Série C, assume a liderança do grupo B e aumenta pressão sobre o time paraense.

07/09/2026 21:29 8 min de leitura
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Série C

Brusque conquista vitória importante fora de casa e lidera o grupo B do quadrangular da Série C.

O Brusque vence o Paysandu por 2 a 1 nesta segunda-feira, 7 de setembro de 2026, e estreia em alta no quadrangular do acesso da Série C. No Mangueirão lotado, o time catarinense constrói a vitória ainda no primeiro tempo e deixa o Papão sob pressão já na primeira rodada do grupo B.

Brusque assume a dianteira e expõe fragilidades do Papão

O resultado em Belém pesa mais do que três pontos. A vitória coloca o Brusque na liderança do grupo B, com 35 pontos na classificação geral, e dá ao clube uma vantagem estratégica num mini-campeonato em que cada rodada conta. Para o Paysandu, que entra na fase decisiva em sétimo lugar entre os oito classificados, a derrota em casa aumenta a urgência por reação imediata.

O quadrangular define quem sobe para a Série B do Campeonato Brasileiro em 2027. Em um cenário de equilíbrio e curto calendário, tropeçar no Mangueirão, diante da própria torcida, cobra preço alto. A partida confirma a preocupação em torno do setor defensivo bicolor, já exposto na derrota por 1 a 0 para o Maringá, que condiciona a classificação apertada. Como registra o ge, “o Paysandu se classificou para o quadrangular em sétimo entre oito que avançaram de fase, colocação condicionada pela derrota para o Maringá em casa, por 1 a 0”.

Primeiro tempo elétrico e vantagem construída em meia hora

O Paysandu mantém a estrutura que Júnior Rocha vinha usando, com Gabriel Mesquita no gol, Edilson e Carrerette na linha defensiva, Pedro Henrique, Caio Mello e Marcinho no meio e Ítalo à frente, artilheiro da temporada com 17 gols. A indefinição na lateral-esquerda, entre Renan Castro e Taboca, se torna um símbolo das dúvidas defensivas.

O Brusque, dirigido por Higo Magalhães, chega ao Mangueirão carregando a bagagem recente da Série C. O clube tenta, nas palavras do ge, “mudar a história de 2025, quando bateu na trave pelo acesso, e busca repetir a campanha de 2023, quando subiu para a segunda divisão”. Com o desfalque do suspenso Alex Paulino, Higo se apoia nos retornos de Gazão e JP Martins, recuperados de suspensão, e monta um meio-campo robusto. “O técnico Higo Magalhães ganhou opções na reta final da primeira fase, com nomes recém chegados assumindo protagonismo”, destaca o ge.

O jogo começa intenso. Aos 13 minutos, JP Martins aproveita espaço entre as linhas bicolores e abre o placar para o Brusque, gelando o Mangueirão. O gol expõe a dificuldade do Paysandu em proteger a entrada da área, ponto já apontado por comissão técnica e torcida após a última rodada da primeira fase.

Aos 34, a desorganização defensiva volta a cobrar conta. Marlyson aparece bem posicionado na área, amplia para 2 a 0 e transforma a vantagem catarinense em controle emocional. O Paysandu responde na base da insistência. Aos 40, Marcinho encontra brecha na defesa visitante e diminui para 2 a 1, devolvendo algum fôlego à arquibancada. O intervalo chega com o Brusque em vantagem e dono do roteiro da partida.

Cartões, VAR e jogo travado na etapa final

O segundo tempo começa com Júnior Rocha mexendo pesado. Logo aos 46 minutos, Renan Castro entra no lugar de Taboca, e Juninho substitui Thayllon, tentativa clara de dar mais força criativa ao meio e recompor o lado esquerdo. O técnico altera de novo aos 61, com três mudanças quase simultâneas: Brian Macapa na vaga de Caio Mello, Radsley no lugar de Renan Castro e Thalyson substituindo Kleiton Pego, que havia entrado no ataque.

As trocas deixam o Paysandu mais adiantado, mas exposto ao contra-ataque. O Brusque responde com uma série de substituições calculadas para esfriar o ritmo. Petterson sai para a entrada de Rafael Milhorim aos 69. No minuto seguinte, Ariel entra no lugar de JP Martins, autor do primeiro gol, e Clinton substitui Marlyson, que também deixa o campo com gol marcado. Aos 76, Higo tira Bernardo, já pendurado, para colocar Jonatan Lucca. No fim, Adrianinho dá lugar a Renan aos 86, em mais uma tentativa de segurar a bola longe da área catarinense.

O árbitro Pierry Dias dos Santos, do Rio de Janeiro, distribui cartões amarelos para os dois lados em sequência, sobretudo a partir dos 70 minutos. O Brusque leva advertências aos 77, 82 e já nos acréscimos, aos 90+7. O Paysandu também é punido, com novo cartão aos 73 e outro nos acréscimos, aos 90+6. O clima é de tensão, mas sem lances de grande polêmica.

O VAR, comandado por Alexandre Vargas Tavares de Jesus, atua como rede de segurança e ajuda a manter a disciplina, reforçando a sensação de controle na arbitragem. A ausência de decisões contestadas preserva o foco no desempenho dos times, aliviando a pressão institucional sobre a CBF nesta reta final da Série C.

Impacto esportivo e financeiro do tropeço em casa

A derrota em Belém pesa na conta do Paysandu por vários motivos. O clube entra no quadrangular com o discurso de superação, embalado pela memória recente de 2023, quando, nas palavras do ge, “o time se inspira no feito alcançado em 2023, quando terminou na mesma posição, mas conquistou o sonhado acesso para a Série B”. Cair na estreia, em casa, contra um adversário direto, reabre inseguranças e obriga Júnior Rocha a acelerar ajustes táticos e psicológicos.

O Brusque, por outro lado, ganha lastro para sonhar alto. Depois de garantir vaga no quadrangular como segundo colocado da primeira fase, a equipe mostra maturidade para administrar vantagem fora de casa. O meio-campo firme, reforçado pelos retornos de Gazão e JP Martins, e a gestão precisa das substituições sustentam a vantagem até o apito final.

O resultado também impacta o entorno. A transmissão ao vivo pela SportyNet e o acompanhamento em tempo real pelo ge ampliam a exposição do jogo, valorizam patrocínios e ajudam a aquecer a discussão em torno dos direitos de mídia da Série C. Em um cenário de clubes pressionados por receitas, o acesso à Série B pode significar aumento relevante de cotas de transmissão e visibilidade nacional.

Para a torcida bicolor, o Mangueirão, que volta a ser palco de decisões, transforma-se em termômetro da campanha. O plano de reforma do gramado, adiado para acomodar calendário do profissional e da base, ganha novo capítulo: o rendimento em casa passa a ser determinante para justificar o sacrifício estrutural.

Pressão sobre o Paysandu e favoritismo momentâneo do Brusque

O quadrangular mal começa, e os papéis já parecem definidos. O Brusque assume o posto de favorito momentâneo do grupo B, empurrado por uma atuação sólida e pela memória de acessos recentes. O Paysandu, que já chega em condição desconfortável pela colocação na primeira fase, vê a margem de erro diminuir.

Os próximos jogos prometem tensão. Júnior Rocha precisa reorganizar a defesa, estabilizar a lateral-esquerda e encontrar forma de potencializar o trio Pedro Henrique, Caio Mello e Marcinho sem desguarnecer a retaguarda. O artilheiro Ítalo, com 17 gols na temporada, terá de ser ainda mais decisivo para manter viva a esperança de acesso.

Higo Magalhães, por sua vez, tende a repetir o roteiro que funcionou no Mangueirão: meio-campo competitivo, transições rápidas e uso inteligente do elenco. O desafio passa a ser administrar a euforia da liderança e evitar a repetição do trauma de 2025, quando o clube “bate na trave” pelo acesso. O quadrangular segue aberto, mas a noite de 7 de setembro já dá um recado claro: quem vacila em casa corre sério risco de assistir à Série B de 2027 pela televisão.

Onde assistir Paysandu x Brusque ao vivo hoje?

A partida tem transmissão ao vivo pela plataforma de streaming SportyNet, com cobertura em tempo real do jogo no site ge.

Qual o horário do jogo Paysandu x Brusque pela Série C?

O confronto começa às 18h, no horário de Brasília, no Estádio do Mangueirão, em Belém, pela primeira rodada do grupo B do quadrangular.

Quais são as prováveis escalações de Paysandu e Brusque para o jogo?

O Paysandu deve ir a campo com Gabriel Mesquita; Edilson, Carrerette, Lucas Rodrigues (ou Bruno Bispo) e Renan Castro (ou Taboca); Pedro Henrique, Caio Mello e Marcinho; Thayllon, Lucas Cardoso (ou Kleiton Pego) e Ítalo. O Brusque tende a atuar com Nogueira; Medeiros, João Maistro, Cipriano e Raimar; Bernardo, Gazão (ou Ariel) e JP Martins; Adriano, Petterson e Marlyson.

Como foi o resultado da partida Paysandu 1 x 2 Brusque?

O Brusque abre 2 a 0 no primeiro tempo, com gols de JP Martins, aos 13 minutos, e Marlyson, aos 34. Marcinho desconta para o Paysandu aos 40, mas o time catarinense administra a vantagem e vence por 2 a 1.

Qual a posição do Brusque no grupo após vencer o Paysandu?

Com a vitória fora de casa, o Brusque assume a liderança do grupo B do quadrangular, alcançando 35 pontos na classificação geral da Série C.

Onde comprar ingressos para o jogo Paysandu x Brusque?

As informações de venda de ingressos são divulgadas diretamente pelos clubes mandantes em seus canais oficiais e pontos credenciados. É recomendável consultar site e redes sociais do Paysandu para detalhes de preços, setores e horários de comercialização antes de cada partida.


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