Brandi Glanville face: cirurgia invasiva hoje busca parasita raro
Aos 53 anos, Brandi Glanville passa hoje por cirurgia exploratória invasiva no rosto para tentar identificar se alterações faciais são causadas por fungo ou possível parasita.

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Brandi Glanville enfrenta procedimento delicado para diagnosticar causa de alterações em seu rosto.
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Brandi Glanville, 53, ex-participante de The Real Housewives of Beverly Hills, passa nesta sexta-feira (23) por uma cirurgia exploratória invasiva no rosto, comandada pelo médico Carlo Henrado, para tentar descobrir a causa de alterações faciais que, segundo ela, podem estar ligadas a um parasita ou fungo e afetam sua saúde há cerca de quatro anos.
O que vai acontecer na cirurgia de Brandi Glanville
De acordo com o relato da própria Brandi em seu podcast, o procedimento inclui remoção de tecidos faciais, limpeza profunda sob a pele com equipamentos de alta pressão, uso de bisturis e aplicação de plaquetas obtidas do próprio sangue na região afetada. O médico também deve avaliar seios da face, trompas de Eustáquio e gengivas, com possibilidade de desobstrução das trompas por meio de um balão para melhorar a drenagem.
“Vai remover meu rosto na sexta-feira e fazer uma cirurgia exploratória para uma espécie de limpeza profunda sob a minha pele”, disse Brandi, ao descrever a extensão da intervenção. Ela afirmou ainda que o especialista classificou o procedimento como “mais invasivo do que um lifting facial”.
Segundo a ex-modelo, o sangue será coletado, centrifugado e reinjetado na área operada, em uma espécie de enxerto de plaquetas. “Ele disse que é mais invasivo do que um lifting facial porque ele literalmente usa uma lavadora de alta pressão, bisturis e tudo mais, e depois separa meu sangue e faz uma espécie de coleta de plaquetas na parte interna do meu rosto”, contou, em tom bem-humorado: “Talvez a gente nem queira usar meu sangue a essa altura [risos]”.
O que aconteceu com o rosto de Brandi Glanville?
Brandi relata que, há aproximadamente quatro anos, começou a notar alterações em sua aparência, inicialmente na bochecha e na mandíbula. Com o tempo, os sintomas se espalharam pela cabeça, pescoço e, mais recentemente, pela coluna. Ela descreve sensação de algo se movendo sob a pele e fala em “pele derretida” e flacidez acentuada.
Segundo ela, exames identificaram dois pontos específicos no rosto que preocupam os médicos. “Dois pontos distintos, que podem ser bolas de fungo ou algo vivo. Eu, particularmente, acho que é algo vivo, porque se move quando quer”, relatou. As lesões serão removidas e enviadas para análise durante a cirurgia.
Além das alterações visíveis, Brandi afirma enfrentar dores e desconfortos que atrapalham o dia a dia. Ela já recebeu diagnósticos de infecções bacterianas resistentes a antibióticos, coccidioidomicose (infecção fúngica), dermatite por Demodex (ácaros da pele) e mononucleose, o que torna o quadro mais complexo e dificulta a identificação de uma única causa para o problema no rosto.
Qual é o diagnóstico de Brandi Glanville sobre o problema em seu rosto?
Por enquanto, não há diagnóstico médico definitivo divulgado sobre o que afeta o rosto de Brandi Glanville; a suspeita de parasita é dela mesma, baseada na sensação de algo se movendo sob a pele. A cirurgia desta sexta tem caráter principalmente exploratório: os especialistas vão retirar tecido e avaliar, em laboratório, se há fungos, parasitas ou outro tipo de infecção.
Brandi conta que os médicos trabalham com a hipótese de formações fúngicas nos pontos suspeitos, mas ela insiste na possibilidade de um organismo vivo. “Se eu conseguir cortar a cabeça da fera, da serpente, então o restante nós conseguiremos resolver”, disse, usando uma metáfora para explicar que o objetivo é atacar a raiz do problema e, só depois, tratar as sequelas na pele e as cicatrizes.
Até agora, a hipótese de infecção parasitária não foi confirmada por exames tornados públicos. O procedimento de hoje deve ajudar a esclarecer se há um agente específico por trás das mudanças na face ou se o quadro está ligado à combinação de infecções e inflamações que ela acumulou ao longo dos anos.
Entenda o contexto
As queixas de Brandi começaram com alterações estéticas, mas logo evoluíram para sintomas físicos mais intensos, como dor e a sensação de movimento sob a pele. Ela relata que busca respostas médicas há cerca de quatro anos, com múltiplas consultas, exames e tratamentos. Nesse período, ouviu diferentes diagnósticos parciais relacionados a infecções e inflamações, sem que nenhum explicasse completamente o quadro facial.
O caso chamou a atenção por envolver áreas distintas da medicina, como dermatologia, infectologia, otorrinolaringologia e cirurgia plástica. A cirurgia de hoje combina técnicas dessas especialidades: limpeza profunda, avaliação dos seios da face e das trompas de Eustáquio, possível desobstrução para drenagem e uso de plaquetas para ajudar na cicatrização.
Brandi também relatou que a investigação médica pesa no bolso. Segundo ela, mesmo com seguro de saúde, a nova cirurgia terá custo adicional de cerca de US$ 5 mil, o que levou amigos a organizarem uma vaquinha on-line para ajudar no pagamento dos procedimentos. Ao mesmo tempo, a exposição pública do caso abre espaço para discussões sobre o acesso a diagnósticos complexos e tratamentos avançados.
Quais são os próximos passos no tratamento de Brandi Glanville?
Após a cirurgia exploratória desta sexta-feira, a equipe de Carlo Henrado deve aguardar a análise dos tecidos removidos para confirmar ou descartar a presença de fungos, parasitas ou outros agentes infecciosos. O resultado vai orientar os próximos passos, que podem incluir medicamentos específicos, novas intervenções pontuais ou cirurgias adicionais.
Brandi explica que, se a causa principal for identificada e controlada, o médico pretende, em uma etapa posterior, tratar as cicatrizes e sequelas estéticas. A correção da flacidez e o eventual “aperto” das cicatrizes só devem ser avaliados depois da cicatrização e da estabilização do quadro inflamatório.
A ex-estrela de reality admite estar dividida entre medo e esperança. Ela conta nunca ter passado por cirurgia facial e diz estar “morrendo de medo”, mas também “super animada” com a chance de finalmente ter respostas para um problema que, nas palavras dela, se arrasta há “apenas” quatro anos. O desfecho da cirurgia e dos exames deve definir se, para Brandi Glanville, o rosto e a saúde enfim voltam a um caminho de maior previsibilidade.


