Transparência — parte do conteúdo deste portal é produzida por inteligência artificial (WireDesk) e pode conter imprecisões; confira temas sensíveis em fontes oficiais. Política editorial →
powered by WireDesk ao vivo
Mercados
S&P 5007.652▼ 0,25%Nasdaq26.861▲ 0,24%Dow Jones50.906▼ 0,86%Ibovespa186.315▼ 0,01%FTSE 10010.510▼ 0,91%DAX25.179▼ 0,08%Nikkei68.957▲ 3,30%S&P 5007.652▼ 0,25%Nasdaq26.861▲ 0,24%Dow Jones50.906▼ 0,86%Ibovespa186.315▼ 0,01%FTSE 10010.510▼ 0,91%DAX25.179▼ 0,08%Nikkei68.957▲ 3,30%
Mundo

Lula pesquisa eleitoral mostra empate e tensão no debate final

Últimas pesquisas antes do debate presidencial mostram empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro e disputas abertas ao Senado em São Paulo e Santa Catarina.

01/10/2026 09:00 6 min de leitura
Lula pesquisa eleitoral mostra empate e tensão no debate final
Transparência Esta matéria foi produzida com apoio de inteligência artificial e pode conter imprecisões. Confira temas sensíveis em fontes oficiais. Política editorial →

Eleições 2026

Pesquisa revela empate técnico entre os principais candidatos antes do debate decisivo para o governo federal.

As últimas pesquisas eleitorais divulgadas hoje, horas antes do debate presidencial na Globo, mostram um país dividido entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) e disputas abertas pelas duas vagas ao Senado em São Paulo e Santa Catarina. Os novos números chegam às campanhas na reta final, com a votação marcada para o próximo domingo e um contingente decisivo de eleitores ainda indecisos.

Empate nacional aumenta peso do debate de hoje

No plano nacional, a fotografia mais recente disponível até agora é a pesquisa Datafolha da semana passada, que já apontava um cenário apertado. No levantamento de 24 de setembro, Lula aparecia com 40% das intenções de voto no primeiro turno, seguido por Flávio Bolsonaro com 36%. Augusto Cury (Avante) surgia em terceiro lugar, com 5%.

Na simulação de segundo turno, a diferença também era mínima. Lula tinha 47%, contra 45% de Flávio Bolsonaro, configuração considerada empate técnico dentro das margens usuais de erro. A nova rodada do instituto, prevista para esta noite, é tratada pelos comandos de campanha como um termômetro imediato do impacto da propaganda, das inserções em rádio e TV e das agendas de rua na última semana.

Os institutos insistem que o eleitor não confunda medição com previsão. Em nota metodológica, o Datafolha afirma: “Os resultados apresentarão um retrato das intenções de voto nos períodos em que as entrevistas forem realizadas. Pesquisas não são uma previsão do resultado da eleição”. Esse alerta ganha peso num cenário de oscilação curta entre os dois principais candidatos e com a campanha já entrando em contagem regressiva.

As campanhas calculam cada movimento à espera também das novas pesquisas nacionais anunciadas para sábado, véspera da votação. A expectativa é de que esses levantamentos captem o efeito imediato do debate de hoje, considerado o último grande evento com potencial de mexer na decisão de quem ainda não escolheu seu candidato à Presidência.

São Paulo: liderança de Derrite e 44% sem escolha para o Senado

Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, o instituto Gerp revela um quadro de disputa embolada pelas duas vagas ao Senado. No cenário de votos válidos, que exclui brancos e nulos, Guilherme Derrite (PP) lidera com 29%. Logo atrás aparecem Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede), empatadas com 22% cada, seguidas de André do Prado (PL), com 21%.

Considerando a margem de erro de 2,6 pontos percentuais, Tebet, Marina e André do Prado estão tecnicamente empatados na briga pela segunda cadeira paulista. Nenhum deles, porém, pode ignorar o tamanho da incerteza do eleitorado. Segundo o próprio instituto, “ainda é grande o universo de eleitores entrevistados que respondem não saber em quem votar para as duas vagas em São Paulo: 44%, o que indica que pode haver grande oscilação até o resultado final nas urnas”.

A pesquisa ouviu 1.500 pessoas entre os dias 28 e 30 de setembro, em cenário estimulado, quando o entrevistador lê uma lista de candidatos antes da resposta. Cada eleitor escolhe dois nomes, o que faz a soma totalizar 200% no recorte de votos totais. Para os partidos, o número de indecisos funciona como convite e alerta: há espaço para crescimento, mas também risco de viradas de última hora.

Nos bastidores, aliados de Derrite destacam a dianteira do candidato do PP como sinal de consolidação, enquanto PSB, Rede e PL reforçam agendas em regiões onde aparecem mais fracos. Com a proximidade da votação, cresce a pressão sobre as campanhas para intensificar corpo a corpo, visitas a igrejas e aparições ao lado dos presidenciáveis, numa tentativa de puxar voto casado.

Santa Catarina: PL e PP travam duelo apertado

Em Santa Catarina, o cenário é igualmente competitivo. Pesquisa do instituto Neokemp, feita entre 29 de setembro e hoje com 1.008 entrevistados, indica Carol De Toni (PL) na frente, com 29% das intenções de voto para o Senado. Na sequência vem Carlos Bolsonaro (PL), com 21,9%, e Esperidião Amin (PP), com 18,7%.

A margem de erro de 3 pontos percentuais coloca Carlos Bolsonaro e Amin em situação de empate técnico pela segunda vaga, com Carol De Toni em posição privilegiada, mas longe de uma vitória garantida. A sondagem também utiliza cenário estimulado e consolida o primeiro e o segundo votos do eleitor em um único percentual, reduzido a 100%.

A disputa catarinense expõe a força do PL no estado, com dois nomes competitivos, e o esforço do PP para preservar espaço numa bancada que pode influenciar diretamente a correlação de forças no Senado. A proximidade numérica sugere que movimentos de campanha nas próximas 48 horas podem definir quem ocupa a segunda cadeira.

Dirigentes locais monitoram com atenção o humor do eleitor conservador, majoritário na região, e avaliam como o desempenho de Flávio Bolsonaro no debate presidencial pode respingar na disputa estadual. Um bom desempenho nacional tende a fortalecer os postulantes do PL; tropeços podem abrir espaço para Amin crescer na reta final.

Disputa aberta, indecisos no centro do tabuleiro

O conjunto das pesquisas desta semana reforça uma mensagem comum a todas as campanhas: nada está decidido. No plano nacional, o histórico recente mostra que poucos pontos separam Lula e Flávio Bolsonaro. Em São Paulo e Santa Catarina, a combinação de margens de erro entre 2,6 e 3 pontos e percentuais expressivos de indecisos cria um tabuleiro volátil.

As coordenações de campanha reorganizam agendas, redistribuem recursos e ajustam o tom da comunicação, de olho em dois movimentos simultâneos: consolidar a própria base e buscar quem ainda não se decidiu. O foco em redes sociais, aplicativos de mensagem e transmissões ao vivo cresce nas últimas horas, complementando a exposição no debate de hoje.

As pesquisas se convertem em instrumento de negociação interna nos partidos, orientam deslocamentos de lideranças e sustentam pedidos de reforço financeiro nos estados considerados-chave. No campo adversário, cada ponto de vantagem ou desvantagem vira munição em discursos e programas, ainda que os próprios institutos recomendem cautela na leitura dos números.

Os próximos dias tendem a condensar tensão política, ofensivas de última hora e tentativas finais de conquistar o eleitor volátil. Até a noite de sábado, quando saem as pesquisas derradeiras desta temporada, partidos e candidatos vão ler cada nova sondagem como se fosse um mapa atualizado de um território em mudança constante.

Pesquisa eleitoral prevê o resultado da eleição?

Pesquisas eleitorais não preveem o resultado da eleição, elas medem, em porcentuais, as intenções de voto em um período específico, com base em amostras representativas e margens de erro entre cerca de 2,6 e 3 pontos percentuais, funcionando como fotografia do momento e não como garantia do que sairá das urnas.

O que mostram as pesquisas mais recentes para o Senado em SP e SC?

As pesquisas mais recentes mostram 29% de intenção de voto para Guilherme Derrite em São Paulo, seguido por Simone Tebet e Marina Silva com 22% cada e André do Prado com 21%, enquanto em Santa Catarina Carol De Toni aparece com 29%, Carlos Bolsonaro com 21,9% e Esperidião Amin com 18,7%, todos em cenário ainda aberto.


Mundo
Publicidadeinarticle
Leia também