Selic hoje: meta da taxa básica de juros vigente, CDI e IPCA
Selic hoje: 13,75% a.a. (vigente). Meta da taxa Selic (Copom, Banco Central), hora da leitura e perguntas frequentes.
Dado de (horário de Brasília) · Fonte: bcb:sgs via WIREDESK
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A Selic hoje é a taxa básica de juros da economia brasileira, definida pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central a cada 45 dias. Ela serve de referência para o custo do crédito e para o rendimento de aplicações.
Juros, inflação e câmbio oficial (Banco Central)
| Indicador | Valor | Unidade · ref. |
|---|---|---|
| Meta da taxa Selic | 13,75 | % a.a. · vigente |
| CDI anualizado (base 252) | 13,65 | % a.a. · ref. 14/10/2026 |
| IPCA do mês | 0,82 | % no mês · ref. 09/2026 |
| IPCA acumulado em 12 meses | 4,58 | % em 12 meses · ref. 09/2026 |
| IGP-M do mês | 1,57 | % no mês · ref. 09/2026 |
| Dólar PTAX (venda) | 5,0826 | R$ · ref. 16/10/2026 |
| Euro PTAX (venda) | 5,7088 | R$ · ref. 16/10/2026 |
Perguntas frequentes
Qual é a taxa Selic hoje?
A meta da taxa Selic está em 13,75% ao ano, conforme a série oficial do Banco Central lida pela API DE DADOS do WIREDESK. A taxa vale até a próxima reunião do Comitê de Política Monetária, quando pode ser mantida, elevada ou reduzida; a página mostra a data de referência da série ao lado do valor.
Quem define a Selic e com que frequência?
A Selic é definida pelo Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil, formado pelo presidente e pelos diretores da instituição. O comitê se reúne oito vezes por ano, a cada 45 dias aproximadamente, e divulga a decisão na quarta-feira à noite, com a ata publicada na terça-feira seguinte.
Qual é a diferença entre Selic e CDI?
A Selic é a meta de juros fixada pelo Copom e a taxa das operações com títulos públicos. O CDI é a taxa média dos empréstimos de um dia entre bancos, que acompanha a Selic de perto e costuma ficar um pouco abaixo dela. Rendimento de CDB e de fundo DI é comparado ao CDI, não à Selic.
Como a Selic afeta o dia a dia?
A Selic serve de piso para os juros cobrados em empréstimos, financiamentos e cartão, e de referência para o rendimento de títulos públicos e aplicações de renda fixa. Quando sobe, crédito fica mais caro e aplicações atreladas rendem mais; quando cai, ocorre o contrário. O efeito sobre a inflação aparece com meses de defasagem.