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Trump diz que regime cubano ‘vai cair’, e delegação de Cuba sai da ONU

23/09/2026 06:12 2 min de leitura
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Em discurso na Assembleia Geral da ONU, Donald Trump afirma que o regime cubano “vai cair” e desencadeia a retirada da delegação de Cuba em protesto.

Tensão na ONU

O cenário político entre Estados Unidos e Cuba ganha um novo capítulo de tensão nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026. O presidente Donald Trump, conhecido por suas declarações polêmicas, dirigiu críticas contundentes ao governo cubano durante seu discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas. Trump não hesitou em afirmar que “o regime de Cuba vai cair”, qualificando o Estado cubano como um “fracasso completo”.

As palavras do líder norte-americano não só geraram repercussão dentro do plenário, como também levaram a uma resposta imediata da delegação cubana, que abandonou a sessão em protesto. O chanceler de Cuba se retirou, acompanhado por seus diplomatas, num gesto que simboliza o agravamento das relações já historicamente tensas entre Havana e Washington.

Impactos Regionais e Internacionais

As declarações de Trump fortalecem o atrito diplomático existente e suscitam um debate renovado sobre a intervenção dos Estados Unidos em negócios de seus vizinhos latino-americanos. Na prática, essa postura crítica pode acirrar ainda mais as relações diplomáticas e provocar um efeito dominó em questões regionais de segurança e colaboração internacional.

Para Cuba, embora a condenação não seja novidade, o contexto atual de restrições econômicas e pressões internacionais pode intensificar a busca por novas alianças e apoio de nações simpatizantes ao regime socialista. Do lado dos EUA, as palavras de Trump refletem uma estratégia de endurecimento que visa não apenas Cuba, mas que pode simbolizar um recado aos aliados regionais da ilha.

Próximos Passos e Consequências

No campo diplomático, a retirada da delegação cubana projeta uma continuidade de embates em foros internacionais. Espera-se que Cuba tanto explore essa retórica em seus discursos posteriores, quanto busque novos aliados para contrabalancear a influência norte-americana. O movimento na ONU destaca o quanto a questão cubana continua a ser uma pedra no sapato das relações hemisféricas.

Resta saber como a ONU mediará futuros conflitos de tal intensidade, já que a polarização política parece ser crescente. As próximas sessões irão definir se essa dinâmica se torna um padrão ou um ponto de ruptura na busca por soluções diplomáticas viáveis.

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