Receita libera consulta lote residual da restituição IR 2026 hoje
Receita Federal abriu hoje a consulta ao lote residual de restituição do IRPF 2026. Serão R$ 531,6 milhões pagos em 30 de outubro a 184.442 contribuintes.

Economia
Consulta ao lote residual da restituição do IRPF 2026 está disponível para milhares de contribuintes receberem seus valores.
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A Receita Federal liberou nesta sexta-feira (23) a consulta ao lote residual de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2026, que vai pagar R$ 531.601.793,51 a 184.442 contribuintes em 30 de outubro, com foco em idosos, pessoas com deficiência, profissionais do magistério e declarantes que usaram recursos digitais como a declaração pré-preenchida e o Pix.
Quando cai a restituição do Imposto de Renda em 2026?
A restituição deste lote residual do Imposto de Renda 2026 cai em 30 de outubro, diretamente na conta bancária ou via Pix indicada na declaração. O crédito será feito ao longo do dia, exclusivamente em conta do titular da declaração.
O lote reúne restituições de declarações entregues fora do prazo, casos em que o contribuinte resolveu pendências com o Fisco e valores residuais de exercícios anteriores. Quem ainda está em malha fina e regularizar a situação também passa a ser incluído em lotes extras mensais.
Como consultar o lote residual da restituição do IRPF 2026?
A consulta ao lote residual da restituição imposto de renda 2026 está disponível pelos canais oficiais da Receita Federal. No site www.gov.br/receitafederal, o contribuinte deve clicar em “Meu Imposto de Renda” e depois em “Consultar minha restituição”. Também é possível verificar a situação pelo aplicativo da Receita Federal para celulares e tablets ou pelo portal e-CAC.
Ao acessar, é preciso informar os dados pessoais, como CPF e data de nascimento. Pelo extrato de processamento no e-CAC, o contribuinte consegue ver se a declaração está em fila de restituição, em malha fina ou se há pendências que podem ser corrigidas por meio de retificação.
Prioridade para idosos, pessoas com deficiência e magistério
Do valor total, R$ 293.431.549,64 são destinados a contribuintes com prioridade legal na restituição imposto de renda 2026. Esse grupo inclui 5.424 idosos acima de 80 anos, 27.948 idosos entre 60 e 79 anos, 4.047 pessoas com deficiência física, mental ou com moléstia grave e 8.827 contribuintes cuja maior fonte de renda é o magistério.
Além da prioridade prevista em lei, a Receita mantém critérios de incentivo ao uso de ferramentas digitais. Neste lote, 121.531 restituições vão para contribuintes que não têm prioridade legal, mas ganharam preferência por utilizar a declaração pré-preenchida e/ou optar por receber via Pix com chave CPF. Outros 16.665 contribuintes não prioritários comuns completam o lote.
Segundo a Receita, “o pagamento é feito somente em conta do titular da declaração. Dessa forma, as rotinas de segurança impedem o pagamento caso ocorra erro nos dados bancários informados ou algum problema na conta destino”.
O que fazer se a restituição do IR 2026 não caiu na conta?
Se o pagamento da restituição imposto de renda 2026 não cair na conta em 30 de outubro, o primeiro passo é conferir, nos canais da Receita, se a restituição foi efetivamente liberada e se não há pendências na declaração. Se o crédito estava previsto, o problema pode ser erro nos dados bancários.
Nesses casos, o reagendamento é feito pelo Banco do Brasil, responsável pelo pagamento da restituição imposto de renda 2026 banco do brasil. De acordo com a Receita, “caso haja erro nos dados bancários, a RFB oferece o serviço de reagendamento disponibilizado pelo Banco do Brasil (BB), pelo prazo de até 1 (um) ano após a primeira tentativa de crédito”.
O reagendamento pode ser solicitado no portal https://www.bb.com.br/irpf ou pela central de relacionamento do banco, informando o número do recibo da declaração. Se, ainda assim, o valor não for resgatado em até um ano, o contribuinte deve entrar no portal e-CAC, acessar Declarações e Demonstrativos > Meu Imposto de Renda > Solicitar restituição não resgatada na rede bancária.
Entenda o contexto
Em 2026, a Receita Federal já pagou mais de R$ 41 bilhões em restituições do Imposto de Renda a 25,9 milhões de contribuintes, em cinco lotes, um volume recorde para o programa. Segundo o órgão, “a Receita Federal pagou mais de R$ 41 bilhões em restituições do Imposto de Renda 2026 a 25,9 milhões de contribuintes, valor recorde”. A maior parte — cerca de 80% — recebeu a restituição em até um mês após o fim do prazo de entrega da declaração.
Este também é o primeiro ano completo com o programa de cashback do IRPF, que devolveu R$ 460 milhões a 3,4 milhões de pessoas que não haviam declarado imposto de renda no ano anterior, referente ao exercício passado. O mecanismo funciona como uma forma adicional de devolver tributos pagos a mais em situações específicas.
Paralelamente, 498.500 contribuintes com pendências simples caíram na malha fina e foram notificados por cartas, o equivalente a 1,25% dos declarantes com direito à restituição. A Receita destaca que “o direito do contribuinte à orientação antes de qualquer atividade fiscalizatória é garantido na LC 225/2026”, que instituiu o Código de Defesa do Contribuinte. Quem corrige os erros é liberado para receber em lotes extras mensais.
Com o lote residual agora aberto para consulta e pagamento marcado para o fim do mês, a Receita busca reduzir o estoque de restituição imposto de renda 2026 atrasado, ao mesmo tempo em que incentiva o uso de declaração pré-preenchida, Pix e canais digitais como o e-CAC para agilizar o atendimento e aumentar a segurança contra fraudes.
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