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Inteligência Artificial

Empiricus faz evento IA Tech com foco em IA e cibersegurança

Empiricus realiza nesta segunda (9), às 19h, o IA Tech, evento online e gratuito que promete ativos ligados à IA e cibersegurança com potencial de multiplicação de até 42 vezes.

Empiricus faz evento IA Tech com foco em IA e cibersegurança

Inteligência Artificial

Evento online gratuito destaca oportunidades em ativos de IA e cibersegurança com alto potencial de crescimento.

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A Empiricus Research promove nesta segunda-feira (9), a partir das 19h, o IA Tech, evento online e gratuito em que analistas vão apresentar ativos ligados à inteligência artificial e cibersegurança com potencial de multiplicação de até 42 vezes nos próximos meses, além de uma automação para operar automaticamente as recomendações.

O que a Empiricus vai liberar amanhã sobre ativos com potencial de valorização?

No IA Tech, a Empiricus vai liberar uma lista de ativos ligados à inteligência artificial e à cibersegurança que, segundo seus analistas, podem buscar valorizações de até 42 vezes. As indicações fazem parte de uma tese de que o avanço da IA deve impulsionar especialmente empresas de segurança digital.

O evento será comandado pelo analista Matheus Spiess e pelo especialista em ativos digitais Luis Kuniyoshi. Além das recomendações, a casa promete mostrar uma ferramenta de automação criada para executar, na prática, as estratégias sugeridas pela equipe, o que pode facilitar a entrada de investidores menos experientes nesse tipo de operação.

De acordo com a Empiricus, o objetivo é posicionar o investidor para uma “segunda onda” de valorização da chamada “nova economia” de tecnologia, agora mais concentrada em empresas capazes de proteger dados, redes e dispositivos em um ambiente crescentemente dominado por agentes autônomos de IA.

Quais setores podem ser impactados pelas recomendações da Empiricus sobre IA?

Os setores mais diretamente impactados pelas recomendações são os de cibersegurança e infraestrutura digital, com destaque para companhias que atuam em segurança de identidade, nuvem, dados, redes e dispositivos.

Para Matheus Spiess, a aceleração da inteligência artificial amplia o número de pontos vulneráveis em redes e sistemas e torna esses segmentos centrais na economia digital. “Segmentos centrais como segurança de identidade, nuvem, dados, redes e dispositivos, tendem a ganhar ainda mais relevância à medida que os ambientes digitais se tornam mais amplos, conectados e complexos”, afirma o analista.

Hoje, os gastos com segurança digital representam apenas 4% das despesas totais com tecnologia da informação, mas a expectativa da equipe é que soluções de IA voltadas à cibersegurança passem a responder por cerca de 15% dos orçamentos globais de cibersegurança até 2029. Esse descompasso entre o peso atual e o previsto para os próximos anos é apresentado como um espaço relevante para expansão, com potencial de atrair mais capital e estimular novas ofertas de produtos financeiros nesses nichos.

Entenda o contexto

Na avaliação da Empiricus, o avanço dos agentes autônomos de IA transforma a cibersegurança em uma nova fronteira de crescimento dentro do setor de tecnologia. De um lado, a automação inteligente aumenta a eficiência de empresas e governos; de outro, amplia a superfície de ataque para criminosos digitais, exigindo soluções mais sofisticadas para prevenção, detecção de ameaças e resposta a incidentes.

Esse cenário abre espaço para uma reconfiguração das carteiras de investimento. Ativos ligados a tecnologias emergentes que integrem IA e segurança tendem a ganhar relevância, enquanto negócios tradicionais de tecnologia que não se adaptarem podem perder terreno. A própria automação que será apresentada no IA Tech se insere nessa lógica: ao simplificar a execução das teses recomendadas, a ferramenta pode ampliar a base de investidores expostos a esses temas e acelerar o fluxo de recursos para as empresas do setor.

O IA Tech, assim, funciona como vitrine de uma aposta mais ampla: a de que o próximo rali da inteligência artificial deve ser puxado não apenas por desenvolvedores de modelos de IA, mas também – e principalmente – por quem protege os dados e sistemas que sustentam essa nova fase da economia digital.