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Economia

BR-153 GO e TO: 2 mortes em acidentes graves neste domingo

Estudante de Direito de 25 anos morre em colisão frontal perto de Dueré (TO) e homem não identificado é atropelado por caminhão-tanque em Porangatu (GO), ambos na BR-153.

BR-153 GO e TO: 2 mortes em acidentes graves neste domingo

Acidentes Rodoviários

Duas mortes foram registradas em acidentes graves na BR-153, envolvendo colisão frontal e atropelamento neste domingo.

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Dois acidentes fatais em trechos diferentes da BR-153, entre o sul do Tocantins e o norte de Goiás, deixaram uma estudante de Direito de 25 anos e um homem ainda não identificado mortos, e reacendem o alerta para a insegurança na principal rodovia que corta a região neste domingo (18).

Onde foi o acidente fatal na BR-153 envolvendo estudante de Direito?

O acidente que matou a estudante de Direito Letícia Lima da Silva aconteceu no km 651 da BR-153, entre Gurupi e Aliança, próximo a Dueré, no sul do Tocantins. Ela dirigia um carro de passeio quando houve uma colisão frontal com um caminhão na madrugada deste domingo.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a corporação foi acionada pela Polícia Rodoviária Federal às 5h54 para fazer o resgate da vítima. “A equipe foi acionada pela Polícia Rodoviária Federal às 5h54 para retirar a vítima, que ficou presa às ferragens do automóvel”, informou o órgão.

Quando os militares chegaram ao local, equipes da concessionária responsável pelo trecho já tinham constatado a morte da motorista. Letícia ficou presa às ferragens e morreu ainda na cena da batida. O caminhão era conduzido por Leandro de Moraes Batista, que, segundo a Secretaria da Segurança Pública, “não precisou de atendimento médico”.

Para liberar o corpo, os bombeiros isolaram a rodovia nos dois sentidos e usaram equipamentos hidráulicos para cortar partes do veículo e afastar o painel que prendia a jovem. A ocorrência foi encerrada às 7h20, após a remoção do carro e a liberação total do tráfego no trecho.

Quem era a vítima do acidente na BR-153 próximo a Dueré?

A vítima da colisão frontal perto de Dueré era Letícia Lima da Silva, de 25 anos, estudante de Direito e secretária executiva da Presidência da Fundação UnirG, em Gurupi. Ela atuava na instituição e cursava o ensino superior na Universidade de Gurupi.

Em nota de pesar, a UnirG lamentou a morte da jovem e se manifestou em apoio aos familiares. “Neste momento de dor, nos solidarizamos com os familiares e amigos, expressando nossas mais sinceras condolências e votos de conforto”, afirmou a universidade.

O corpo de Letícia foi recolhido pelo Núcleo de Medicina Legal de Gurupi, onde passa por exame de necropsia antes de ser liberado para velório e sepultamento. O caso foi registrado na Central de Atendimento da Polícia Civil de Gurupi, que instaurou investigação para apurar as circunstâncias da colisão na BR-153.

Entenda o contexto

A BR-153 é um dos principais eixos de transporte do país, ligando regiões produtoras e grandes centros urbanos, e corta estados como Goiás, Tocantins, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. No Centro-Norte, o trecho entre Gurupi, Dueré e Porangatu concentra intenso tráfego de veículos pesados, o que aumenta o risco de colisões e atropelamentos.

Os dois acidentes recentes — a batida frontal que matou Letícia no Tocantins e o atropelamento no norte de Goiás — expõem a vulnerabilidade de motoristas e pedestres que utilizam a rodovia, especialmente em áreas sem passarelas ou estrutura de travessia segura.

Homem atropelado em Porangatu ainda não foi identificado

No norte de Goiás, um homem morreu após ser atropelado por um caminhão-tanque no km 72 da BR-153, nas proximidades do Posto Presidente, em Porangatu, na noite de quinta-feira (15). Ele não portava documentos, e até agora a identidade não foi confirmada.

Testemunhas relataram às autoridades que o homem tentava atravessar a rodovia quando foi atingido pelo veículo de carga. As causas do atropelamento e as condições de travessia no ponto ainda são apuradas.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Militar, da Polícia Técnico-Científica e da concessionária que administra o trecho estiveram no local para socorro, controle do trânsito, perícia e coleta de informações.

A vítima é descrita como de estatura média, pele parda e cabelos parcialmente grisalhos. No momento do acidente, vestia camisa social amarela de manga longa, calça jeans preta desbotada e botas marrons. Ele tem duas tatuagens: no braço direito, o nome “Cristiany”; no braço esquerdo, o nome “Rosi”, ambas em coloração esverdeada.

Essas características físicas, as roupas e as tatuagens são divulgadas pelas autoridades para ajudar no reconhecimento por familiares ou conhecidos.

Como a Polícia Técnico-Científica está identificando as vítimas na BR-153?

No caso do atropelamento em Porangatu, a Polícia Técnico-Científica busca identificar o homem atropelado por meio de perícia e coleta de informações físicas e visuais. “A Polícia Técnico-Científica trabalha no levantamento de informações para auxiliar no reconhecimento do homem”, informou o órgão.

Os peritos registram sinais particulares, como as tatuagens com os nomes “Cristiany” e “Rosi”, características de pele, cabelo, estatura e roupas usadas na hora do acidente. Esses dados são cruzados com registros oficiais e divulgados para que possíveis familiares procurem a Polícia Civil ou a própria Polícia Técnico-Científica com informações que ajudem a confirmar a identidade.

Enquanto isso, as duas ocorrências seguem sob investigação da Polícia Civil em cada estado, que deve ouvir testemunhas, analisar laudos periciais e, se necessário, requisitar novas diligências para esclarecer as causas dos acidentes na BR-153.

Fontes: matéria original 1 · matéria original 2 · matéria original 3